DB Multiverse

Dragon Ball Multiverse, o romance

Escrito por Loïc Solaris & Arctika

Adaptado por Rafael & comunidade

Com muito mais detalhes, redescubra a história de DBM. Esta romantização é verificada por Salagir, ela também contém adições próprias, que não foram contadas no mangá, por isso é um verdadeiro anexo da HQ!

Atualizações sobre 1, 11 e 21 do mês às 21: 00 (hora de Paris)
Próxima página dentro de: 18h, 56min

Intro

Parte 0 :0
Parte 1 :12345

Round 1-1

Parte 2 :678910
Parte 3 :1112131415
Parte 4 :1617181920
Parte 5 :2122232425
Parte 6 :2627282930

Lunch

Parte 7 :3132333435

Round 1-2

Parte 8 :3637383940
Parte 9 :4142434445
Parte 10 :4647484950
Parte 11 :5152535455
Parte 12 :5657585960
Parte 13 :6162636465
Parte 14 :6667686970

Night 1

Parte 15 :7172737475
Parte 16 :7677
[Chapter Cover]
Parte 16, Capítulo 77.

Capítulo 77

Traduzido por Virgílio212


No Universo 3, Bardock era o último de sua raça, o único saiyajin sobrevivente, seu povo foi eliminado por Raichi... que também era ele mesmo o último membro de seu povo, os tsufurujins, totalmente aniquilados pelos saiyajins.

"Que irônico..." pensou Bardock. Dois povos em guerra no mesmo planeta, uma guerra que destruiu ambos. Restava apenas um representante de cada um desses povos e finalmente eles estavam no mesmo lugar, em um torneio.

Raichi era poderoso, Bardock nunca foi capaz de fazer nada contra ele. Mesmo quando todos os seus companheiros estavam lutando juntos, eles foram derrotados. E suas visões do futuro não ajudaram em nada.

No entanto, contra Freeza, elas funcionaram muito bem. Foi por causa daquele kanassano? Teriam sido o verdadeiro propósito dessas visões apenas derrotar Freeza, mas não Raichi?

Bardock vinha pensando nisso já há muito tempo. Mais uma vez naquela noite, enquanto refletia sobre sua futura luta contra o Rei Cold, ele não pôde deixar de se perder nas memórias do passado, naquele momento chave em que, por acaso ou não, encontrou um ser com poderes peculiares...

No espaço, a unidade de Bardock viajava a bordo de cápsulas espaciais. Eles estavam indo direto para o planeta Kanassa para exterminar seus habitantes. Mais um planeta a ser adicionado em breve à sua lista, que continha inúmeros mundos já destruídos.

— Planeta Kanassa, chegaremos amanhã. — disse Bardock no comunicador para seus companheiros. — Os níveis são altos, mas estamos a dois dias da lua cheia. Com ela poderemos limpar as dez principais cidades em pouco tempo. Se conseguirmos completar a missão em quatro dias, vamos fazer a elite de Freeza parecer um bando de incompetentes. Conto com vocês para fazer isso acontecer!

— Uau, que desafio! — exclamou Celipa, a única mulher do grupo. — Entendo, o Senhor Baddack teve um dia ruim.

— É por causa do seu filho mais novo chefe? — perguntou Toma, o melhor amigo de Bardock. Os homens de Bardock sabiam que seu filho mais novo, Kakarotto, havia nascido com um poder ridículo, o que deve ter deixado Bardock de mau humor. Especialmente porque foi sua segunda tentativa, com uma saiyajin muita poderosa, e seu segundo fracasso. Afinal, pais fortes geralmente produziam filhos fortes.

Toteppo interveio antes de Bardock responder:

— Você deveria ter trago o Raditz conosco. O pequeno teria melhorado com certeza!

— Quem se importa com esses fracos! — declarou o líder do grupo, com raiva.

A comunicação entre eles cessou, até que chegaram ao planeta. Eles tiveram que esperar várias horas até a lua cheia. Eles aproveitaram a oportunidade para atacar primeiro algumas aldeias menores antes de passarem para as maiores cidades assim que se transformaram em Oozarus.

Como esperado, apesar do nível de alguns lutadores do planeta, o grupo de saiyajins conseguiu destruir boa parte das cidades em uma só noite.

Na manhã seguinte, eles deram uma pequena pausa. Toma exclamou:

— Onze cidades! A maioria da população morreu em uma noite!

— Destruição total! — acrescentou Celipa. — Fizemos onze das dez cidades planejadas.

Bardock estava mexendo com seu scouter. Estava tentando prever quanto tempo levariam para acabar com o que restava da população local.

— Restam apenas pequenas tribos. O principal está feito. Em dois dias nós...

Ele parou quando seu aparelho detectou um aumento repentino de energia. Ele apertou um botão em seu dispositivo e localizou a fonte.

— Um nível de poder elevado... A poucos quilômetros daqui?

— Eu tinha certeza que não havia mais nada lá... — Toma informou ao grupo.

— É apenas uma pessoa. Uma pessoa poderosa. — disse Bardock, levantando-se. — Vou derrotá-lo eu mesmo. Sozinho. Esperem por mim aqui.

Toma viu seu líder voar para longe e disse:

— Por que é que não o detectamos antes?"

— É estranho. — disse Celipa.

— Ele não é tão forte quanto Bardock, mas é mais forte que eu. Eu não gosto disso. — acrescentou Toma.

— O líder é um adulto. Ele vai se virar.

Bardock levou alguns segundos para chegar ao local. Onde alguém já estava esperando por ele. Ele pousou na frente da figura, em seguida, aproximou-se andando.

O kanassano parecia cansado, suas roupas estavam um pouco rasgadas. Uma estranha aura de luz o cercava.

— Então... É você aquele poder repentino. — Bardock disse desconfiado.

— Não posso derrotá-lo, ó portador da morte e da destruição. Você pode me matar se quiser.

— Oh, é o que eu farei.

— Mas você pode querer me ouvir primeiro. A vida de seu povo depende disso.

Bardock já havia esticado o braço para ele, sua mão aberta da qual uma esfera de energia foi criada.

— Pfft... Morra!

Vidas e destinos podem mudar por causa de um único e simples evento. Em muitos universos, Bardock matou esse homem e não o ouviu falar. Poucos dias depois, Dodoria atacou sua unidade e, como único sobrevivente, voltou ao seu planeta para ser morto pessoalmente por Freeza quando Vegeta foi destruído.

Mas neste universo, Bardock decidiu ouvi-lo. Só... Só para saber.

Ele não jogou sua esfera de energia, embora continuasse a segurá-la na frente de sua mão, pronta para ser lançada a qualquer instante. O kanassano continuou:

— Eu vi o seu futuro... E é tão escuro quanto o nosso. Vocês todos morrerão, o planeta de vocês será destruído.

"O que esse idiota está falando?"

— Destruído por um pequeno demônio roxo com chifres. Aniquilados pelo próprio mestre de vocês.

Bardock continuou ouvindo sem dizer nada, ele já havia associado a figura com Freeza.

— Eu o vi matar seu rei. Aquele com um cavanhaque e cabelo espetado.

— Freeza? E Vegeta? Você não tem a tecnologia para conhecê-los. Como você pode descrevê-los com tanta precisão?

— Tenho alguns poderes... não tenho força, não sei lutar, mas tenho visões de coisas que ainda não aconteceram.

— Você esta louco! Esta delirando!

— Vi há algumas semanas que seríamos atacados por guerreiros gigantes. Mas ninguém acreditou em mim. Ninguém queria fugir. Não basta apenas ver o futuro, é preciso também ser ouvido sobre ele... Meu povo está morto porque não acreditou em mim. Eu falhei com eles. Quanto a você... De todos os futuros que vi, seu planeta não sobreviveu a nenhum. Você deve agir com antecedência, rapidez e inteligência para salvar seu povo. Por sua ação, você pode salvar muitos de seus amigos. E o mais importante, se vocês se juntarem, podem matar esse demônio roxo! Você será capaz de destruir seu inimigo! Nosso inimigo!

— Por que você está me contando tudo isso? Por que me ajudar?

— Eu sei que você é apenas o mensageiro da nossa destruição. O homem que pediu nossa morte... Eu quero vingança contra ele, vingança direto da fonte. Aquele que pediu nossa destruição quer a sua também... Então eu e você queremos a mesma coisa.

— Não tenho motivos para acreditar em você. – disse Bardock, dando um passo para trás, punhos cerrados, desconfiado.

— Eu não estou pedindo isso a você...

Ele fez uma pausa antes de acrescentar:

— O futuro é claro, sei que não posso convencê-lo com palavras. Então só peço uma coisa. Não acabe comigo a distância. Perfure meu coração com seu punho.

— Tsc, como quiser!

Bardock avançou contra a figura e facilmente perfurou seu estômago. Sua mão agarrou o coração de seu oponente, que ele apertou com força.

— Urgh, é ainda mais mole do que eu pensava!

Mas o homem agarrou Bardock.

— Receba... meu poder e minha força!

— O quê?

Bardock pensou ter visto um flash brilhante que o cegou por alguns segundos, depois de um breve momento ele pode ver normalmente. Mas ele não se sentia normal, sentiu-se mais como o espectador de uma cena, e até mesmo se viu ali presente. Ele não sentia mais seu corpo e o que viu, em tempo real, durou apenas alguns momentos.

O grupo de Bardock estava conversando:

— ... Separadamente. As pequenas cidades são bastante numerosas, e não é como se estivéssemos arriscando muito! — disse Toma.

— Já não é mais lua cheia, você sabe. Temos que estar pelo menos em grupos de dois, para o caso de acontecer um acidente. — acrescentou Totappo.

Celipa zombou:

— Que desculpa esfarrapada para ficar a sós comigo!

— Nós somos um numero ímpar de qualquer maneira... — disse Toma. — Bardock, o que há de errado com você?

Bardock ouviu a discussão sem participar dela e parecia estar totalmente atordoado. Em seguida, houve outro flash de luz...

Bardock estava parado na frente do cadáver do kanassano que ainda estava em seus braços, ensanguentado. Ele se perguntou:

— O que é que foi isso?

Ele pensou por um momento, então decidiu ir embora. Ele não tinha mais nada para fazer aqui. Ele rapidamente se juntou ao seu grupo.

— Finalmente, Bardock está de volta. O que aconteceu lá? — Toma perguntou

— Uh... Nada de especial... Ele foi morto facilmente.

— Muito bem. Olha, estávamos falando sobre terminar os outros locais separadamente. As pequenas cidades são bastante numerosas, e não é como se estivéssemos arriscando muito! — disse Toma.

Bardock arregalou os olhos.

— Já não é mais lua cheia, você sabe. Temos que estar pelo menos em grupos de dois, para o caso de acontecer um acidente. — acrescentou Totappo.

Celipa zombou:

— Que desculpa esfarrapada para ficar a sós comigo!

— Nós somos um numero ímpar de qualquer maneira... — disse Toma. — Bardock, o que há de errado com você?

Ele não respondeu de imediato, e diante dos olhares dos outros, finalmente disse:

— Mas... Mas eu já vi tudo isso!

— Hâ? O que você quer dizer? — perguntou Toma.

— Ele... Ele realmente tinha um poder! Então se ele estava falando a verdade...

Bardock tentou se lembrar exatamente de cada palavra que aquele kanassano lhe dissera.

— Toma! Quando está agendada a próxima visita de Freeza?

— Não há planos. Talvez em um ano ou dois...

— Um ano ou dois? Então não é...

De repente, Bardock sentiu uma dor de cabeça que o fez colocar as mãos na testa, fechando os olhos. Então imagens e sons vieram a ele:

— O quê? Freeza está aqui? Ele veio sem nos informar?

Era a voz do Rei Vegeta.

— É hora de dizer a ele o que que eu penso. Não somos seus escravos nem seus servos! Ele ainda sequer me deu notícias do meu filho!

A imagem ficou embaçada, então mudou para outra em que Vegeta gritou:

— Lorde Freeza! O que significa essa chegada não anunciada da sua armada de guerra?

— Que grosseria... Sim, já ouvi isso com muita frequência! — declarou Freeza, a bordo de seu veículo de transporte, de costas para o rei.

— Grosseria? Que tal você que veio sem avisar, recebendo seus convidados de costas, por acaso você nos trata como servos?

O rei foi inflexível. Bardock entendeu que Freeza iria, portanto, vir ao planeta Vegeta de surpresa, o que automaticamente indicava algo ruim. As relações entre Freeza e os saiyajins sempre foram tensas e com um excesso de hipocrisia vindo de ambos os lados.

O rei, portanto, veio a nave do tirano para questionar sua visita.

— Nós, os orgulhos saiya-

Ele não terminou a frase. Freeza rapidamente se virou, apontou para ele e disparou um fino raio de energia que o atingiu no coração.

— Você apenas confirmou sua indisciplina. — Freeza declarou.

O Rei Vegeta caiu. Seus dois guarda-costas, Gerkin e Hatonek, se voltaram para o tirano, mas Zarbon e Dodoria atacaram rapidamente, pegando-os por trás e matando-os facilmente. Eles caíram no chão, mortos.

— E agora... Vamos transformar este planeta em uma grande queima de fogos! — Freeza disse, um sorriso sádico em seus lábios.

Bardock abriu os olhos. Ele estava começando a entender. Lembrou-se das palavras do kanassano: ele tinha que agir rápido.

— Tudo acontecerá muito em breve. — disse Bardock à sua unidade. — Partiremos imediatamente!

— Agora? Mas não terminamos...

— Quem se importa, Toma! Isto é uma emergência!

Os companheiros de Bardock ficaram sem entender nada, mas seguiram suas ordens mesmo assim. Afinal se houvesse algum problema, somente ele seria punido, não eles. Eles voltaram para suas cápsulas pessoais, decolaram e aceleraram rapidamente em direção ao seu planeta natal, Vegeta.

Bardock refletiu durante toda a viagem, ainda se perguntando se tudo isso era real ou não...

Desenhado por:

BK-81       64 65

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