DB Multiverse

Dragon Ball Multiverse, o romance

Escrito por Loïc Solaris & Arctika

Adaptado por Rafael & comunidade

Com muito mais detalhes, redescubra a história de DBM. Esta romantização é verificada por Salagir, ela também contém adições próprias, que não foram contadas no mangá, por isso é um verdadeiro anexo da HQ!

Intro

Parte 0 :0
Parte 1 :12345

Round 1-1

Parte 2 :678910
Parte 3 :1112131415
Parte 4 :1617181920
Parte 5 :2122232425
Parte 6 :2627282930

Lunch

Parte 7 :3132333435

Round 1-2

Parte 8 :3637383940
Parte 9 :4142434445
Parte 10 :4647484950
Parte 11 :5152535455
Parte 12 :5657585960
Parte 13 :616263
[Chapter Cover]
Parte 11, Capítulo 53.

Capítulo 53

Traduzido por Virgílio212


Após a longa luta entre os dois Gotenks e a rápida reconstrução da arena, a anunciante Varga anunciou a próxima luta que não aconteceria:

— A próxima partida é Romanesco do universo 10 contra Nekomajin do universo 2, outra desistência.

Se recuperando ambos da derrota e da vitória, nos universos 16 e 18, Trunks e Goten tiveram uma discussão após este anúncio.

— É um saiyajin. — disse Trunks. — É um nome longo e feio, assim como Kakarotto.

— Obviamente ele é um saiyajin. — Goten respondeu, ignorando o insulto ao pai (caso contrário, fariam isso a noite toda). — Os namekuseijins têm nomes curtos e enérgicos, como "Dendê".

— Enérgicos? — Bra perguntou, já exasperada. — Sobre o que é que vocês estão falando?

— O pessoal do universo 10, namekuseijins e saiyajins, todos eles desistiram. Nós estamos adivinhando se é um ou outro pelo nome.

— O quê? No melhor dos casos vocês conhecem três nomes saiyajins e três nomes namekuseijins, não incluindo o de vocês. Como é que vocês chegaram em uma conclusão em base disso?

— É muito simples, minha querida. — disse Trunks. — Percebemos algumas similaridades entre os nomes que conhecemos e, de fato, existem regras! Sim, os nomes saiyajins e namekuseijins entram em um sistema geral!

— O... o quê?

Dependendo do universo, Goku ou Vegetto, ambos pareciam interessados. O que todos os nomes saiyajins e todos os nomes namekuseijins tinham em comum?

Trunks fingiu reajustar seus óculos invisíveis.

— É simples! Saiyajins têm nomes difíceis e angulares que soam poderosos e afiados, eles possuem mais de uma sílaba e são pronunciados de forma ameaçadora.

— Enquanto os namekuseijins... — Goten continuou. — ... Têm nomes suaves e curtos, acompanham um tom melodioso e verde.

— Verde, melodioso? — Bra questionou, ainda fingindo desinteresse.

— Sim. Piccolo pode confirmar isso, não é Piccolo?

O grande namekuseijin já havia tomado o cuidado de se afastar do grupo e olhar para frente, fingindo ignorar a conversa por completo.

No espaço 2, Nekomajin estalou os dedos e deu um passo à frente, seu olhar o mais sério que podia.

— Aonde você vai? — Beelzebub perguntou atrás dele pouco antes de Nekomajin pular para o ringue.

— Eu tenho que lutar, fui chamado. — respondeu ele, voltando-se para o pequeno demônio.

— Você não precisa, o seu oponente desistiu! — Beelzebub retrucou.

— Não fugirei, nem mesmo de uma desistência! Nenhum guerreiro vil ou forte me assusta, mesmo que derrotado.

— Precisamente, você não deve lutar!

— O que? Existe outro Nekomajin aqui? Sinto muito ter tomado o lugar dele. Eu o deixarei lutar então. Vou esperar minha vez. Entre gatos mágicos, nós nos entendemos.

Outro personagem do universo 2 veio em auxílio do diabinho. Ele estava terminando de enrolar o cigarro e parecia, apesar de sua enorme cara de idiota, a pessoa mais adulta do grupo.

— O universo 10 desistiu, lembra? A vitória já é sua.

— Mesmo? Venci antes mesmo de entrar no ringue? Estou desapontado! Um dia, eu lutei contra uma folha morta caindo de uma árvore, e bem, ela aguentou por bem mais tempo!

— Veja... — Dr. Slump disse a Beelzebub. — ... Você tem que usar palavras simples e diretas. Você pode confiar em mim, falar com idiotas é minha especialidade!

— N'Cha! — gritou a pequena Arale, correndo para ele e plantando uma pena de varga encontrada no chão em seu cabelo. — Índio! O doutor é índio!

— Ai! Criança idiota, não enfie coisas na minha cabeça!

E quando ele disse isso, sua boca pareceu ficar maior do que todo o seu corpo.

— Mas quando conseguirei lutar? — disse o gato azul, parecendo desapontado.

— Bem, na próxima rodada... — Beelzebub respondeu.

— Pfff, eu queria lutar. Por que eles desistiram? Eles poderiam ter ficado... o que será que estão fazendo agora?

— Imagino que todos voltaram para casa? — disse Beelzebub, inseguro de si mesmo.

Piccolo do espaço 18, graças à sua audição altamente desenvolvida e por estar bastante próximo do espaço 2, ouviu tudo e rapidamente compartilhou com seus amigos:

— O gato azul realmente queria lutar...

— Eu me pergunto o quão forte ele é. Ele não parece feroz. — Gohan acrescentou.

— Você notou? Ele usa a mesma roupa do vovô. — Pan apontou.

— Sim, é estranho, me pergunto que vínculo existe entre ele e nós. — perguntou-se o pai de Pan. — Talvez seja uma coincidência?

— Ele tem sorte eu acho, de não lutar. — disse Piccolo. — Ele não parece mais forte do que os saiyajins do universo 10, e sua inteligência parece primitiva...

— Se todos os saiyajins permaneceram em seu planeta natal, claro que não são tão fortes. — interveio Uub, antes de encontrar o olhar de Vegeta, temendo que este recebesse o insulto que havia lançado contra os saiyajins.

Mas o último não o culpou. Ele não se importava mais com o planeta que a tanto tempo havia sido aniquilado por Freeza. Era verdade que o Planeta Vegeta não era nada parecido com a Terra. Seus padrões de vida sem Freeza não teriam mudado muito rápido. Mesmo se ele fosse o rei, não iria ser interessante governar um planeta assim.

Por um momento, Vegeta se perguntou o que diabos sua contraparte do décimo universo estava tramando... e, estranhamente, sua contraparte do 13 estava pensando a mesma coisa:

— Esses outros saiyajins são realmente maricas, eles poderiam ter ficado. — disse Nappa.

— Eles teriam sido vitórias fáceis... acrescentou Raditz, concordando com ele.

— Se não houver desafio, não há sentido; você não poderia progredir. — interveio Kakarotto.

— Se eu tivesse lutado no lugar do outro do universo 18... — começou a falar Vegeta. — ... eu teria tornado a luta muito interessante.

— Sim, sua contraparte foi humilhada. — acrescentou Raditz. — Mesmo como Oozaru, ele foi derrotado tão facilmente...

— Esses saiyajins não mereciam estar aqui. — Vegeta continuou falando sobre o universo 10. — Era só uma escória que não sabia lutar. Seu pai. — disse ele, olhando para Kakarotto e Raditz. — ... Ele foi humilhado por uma garotinha. É ridículo!

Raditz, que, ao contrário de Kakarotto, conhecia seu pai, cerrou os dentes ligeiramente, mas se controlou. Família não era realmente a coisa mais importante entre os saiyajins, mas mesmo assim... Kakarotto sorriu:

— Vou lutar contra ela no próximo turno, vou matá-la!

Nappa bufou. — Isso não é nada para se gabar. — o guerreiro careca brincou. — Uma pequena menina será sua oponente! Já eu, eu vou enfrentar Freeza! Isso sim é um desafio!

— Sim, é isso, você será explodido. — respondeu Kakarotto, que não ligava para o que o velho Nappa lhe dissesse.

— Seja contra o Freeza ou contra uma criança, temos que vencer. — disse Vegeta. — Devemos mostrar aos outros que somos os mais poderosos, os únicos capazes de governar um universo ou mais. Isso é muito mais que governar um único planeta que é quase deserto.

Os quatro saiyajins do universo 13 pensaram por um momento sobre o pobre reinado de um Vegeta barbudo. Todos chegaram à mesma conclusão: sem Freeza e seu império, eles teriam permanecido pequenos gorilas inofensivos, mesmo que o tirano destruísse seu planeta... teria sido uma bênção disfarçada? Vegeta se perguntou o que ele escolheria se pudesse voltar: um povo de centenas de milhares de guerreiros, mas tendo uma vida miserável em um só planeta... ou apenas quatro guerreiros fortes governando todo o universo?

Não, a escolha era óbvia. Uma escolha que o outro Vegeta também teria feito. Ele teria substituído seu reinado no planeta Vegeta por um reinado sobre o universo, como Freeza havia feito. Mas ele entendeu, depois de sua luta, que não havia nada que ele pudesse fazer. Com certeza quando os vargas chegaram ele começou a fazer planos, uma forma, algo para expandir seu reino. Mas este torneio frustrou seus planos. Ele estava longe de ser forte o suficiente... sua única escolha era fugir, desistir e ir para casa.

Vegeta do universo 10 nunca poderia atingir um nível e classificação semelhantes ao do universo 13... no entanto, não era o desejo que lhe faltava...

Horas antes, logo após a vitória de Pan do Universo 18 sobre Bardock, os saiyajins e namekuseijins do universo 10 desistiram e pediram aos vargas que os levassem para casa. Vestido com o que parecia ser um cobertor simples marrom claro e sujo que ele tinha colocado em volta da cintura para se cobrir, o Rei Vegeta caminhou, furioso, mas mantendo sua calma exterior na frente de seu povo humilhado, e na frente dos namekuseijins que os seguiam. Vegeta estava ainda mais furioso porque um dos guerreiros namekuseijins havia vencido sua luta. Vitória para eles, e nenhuma para os saiyajins. Uma vergonha insuportável. Como poderiam ser tão miseráveis em seu próprio universo?

Outras coisas enfureceram o rei. A existência de guerreiros mais poderosos que eles... muito mais. Bardock, o melhor guerreiro depois de Vegeta, havia perdido para uma mera adolescente. Que poder seus pais poderiam ter? O outro Vegeta, sua contraparte do universo 18, a quem ele havia perdido, era muito mais poderoso do que ele. Ao se transformarem em Oozaru, eles geralmente multiplicavam seus poderes por dez, mas mesmo assim seu sósia o derrotou com um só chute, sem se transformar. Ele não tinha cauda e mesmo assim foi ele a lhe dar um sermão. Que humilhação!

Além disso, os saiyajins pareciam muito pouco evoluídos em comparação com os outros. Em tecnologia eles eram terrivelmente carentes, Vegeta percebeu. Muitos tinham armadura. Um terceiro sósia tinha uma branca, com uma capa vermelha. Sem dúvidas, isso demonstrava respeito. Era algo diferente das peles de animais que todos eles usavam. Não há muito tempo, os saiyajins exterminaram um povo, os tsufurujins. Vegeta não estava lá, mas seu pai foi o maior herói do combate. Ele havia se tornado o rei depois daquela terrível noite de lua cheia quando, todos transformados em Oozaru, destruíram todas as cidades dos tsufurujins. Bardock também havia lutado naquela época. Deveriam eles ter se apropriado de seus conhecimentos em vez de destruir tudo?

Hoje em dia os saiyajins estavam superlotados. Apenas uma pequena minoria deles tinha vindo para o torneio, e um grupo ainda menor havia se registrado. Quase metade havia participado e nenhum havia vencido. Em seu mundo, Vegeta, a população provavelmente havia ultrapassado dezenas de milhares. Um pouco mais e o planeta não poderia realmente suportar todos eles, não com sua tecnologia atual. Os saiyajins eram lutadores, não fazendeiros. Revoltas irrompiam todos os dias, lutas entre vizinhos. A sede de matar criava uma atmosfera ruim. Os saiyajins ficavam muito perto dos animais. Se eles tivessem um mundo melhor para alimentar todos eles, eles não estariam lá. Se soubessem viajar como os vargas... se pudessem colonizar outros planetas!

E como se seus pensamentos tivessem sido ouvidos, Bardock se aproximou de Vegeta e sussurrou:

— Vamos tomar a espaçonave? — ele perguntou assim que deixaram o estádio, seguindo três vargas que os conduziam a uma nave.

Vegeta não respondeu. Ele olhou furtivamente para o pai, que os acompanhava. Seus olhos diziam tudo. Ele pareceu recuperar o brilho que tinha na época, durante o genocídio dos tsufurujins. O rei, sem dizer nada, começou a fazer alguns cálculos.

A grosso modo, eles eram tão numerosos quanto os namekuseijins, que continuaram a segui-los, parabenizando seu lutador vitorioso. Os vargas pareciam fracos. Na nave, deveriam ter apenas cerca de vinte. Os outros namekuseijins, do universo 1, não seriam tão numerosos também. E quanto à força de ataque? Em que nível estavam Nail e os outros guerreiros namekuseijins? Eles eram mais fortes do que eles? E transformados em Oozaru? Vegeta esperava que fosse desnecessário. De qualquer forma, se decidissem atacar, teria que ser rápido... mas deviam esperar pelo momento certo. Deveriam ser discretos, mas também terrivelmente eficientes. Adquirir a tecnologia, e vendo a nave como um todo, seria um salto incrível para o povo saiyajin.

Continuando a caminhar, Vegeta traça seu plano. "Esses pardais vão pagar por nos humilhar", pensou.

Enquanto todos embarcavam na nave, os vargas perguntaram a todo o grupo, saiyajins e namekuseijins juntos, qual planeta natal deveriam visitar primeiro.

— Leve os namekuseijins de volta, primeiro. — Vegeta respondeu imediatamente, surpreendendo a todos.

Bardock e o ex-Rei Vegeta teriam respondido o contrário. Se eles voltassem para Vegeta, eles poderiam adquirir reforços... por que Namekusei?

— Certo, tudo bem para os namekuseijins? — inquiriu o Varga de cabelos azuis, perguntando aos guerreiros verdes.

— Com certeza. — respondeu Nail pelo grupo.

O Varga saiu sem dizer uma palavra, presumidamente para definir o sistema de navegação. Outro ocupou seu lugar para guiar os namekuseijins para um lado, e os saiyajins para o outro. Os namekuseijins iriam diretamente a bordo do ônibus espacial que deixaria a nave-mãe para deixá-los em seu planeta, enquanto os saiyajins ficariam para esperar sua vez.

Uma vez sozinho, Vegeta explicou seu plano para seus guerreiros. Eles formariam dois grupos. O primeiro iria até o convés da nave-mãe e assumiria o controle dele. O segundo iria cuidar do grupo de namekuseijins no outro hangar, no ônibus espacial. Se o destruíssem, todos a bordo morreriam, deixando-os no controle.

— Eu tenho uma pergunta, meu Rei. — Mahissu disse ao final da explicação de Vegeta. — Por que não pedimos para pousar em Vegeta em vez de Namekusei?

— É óbvio. — Bardock respondeu ao invés de Vegeta. — Sendo os primeiros a regressar em casa, são os primeiros a entrar no ônibus espacial. Quando estiverem no planeta, teremos o controle de ambos o transporte e a nave-mãe. — disse ele, olhando para Vegeta, como se para confirmar que estava certo.

— Nós não precisamos do ônibus espacial. — Vegetta corrigiu. — Se a nave-mãe conseguiu pousar neste asteroide, então ela pode pousar em um planeta. E então, na pior das hipóteses, podemos voar nós mesmos e ela permanecerá no espaço. Além disso, estaremos perto de um planeta habitável que pode ser nossa primeira conquista... ouvi dizer que esse tipo de planeta é raro.

Ninguém disse uma palavra. Eles nunca voaram tão alto no céu. É verdade que alguns se divertiam brincando, correndo para determinar quem poderia voar mais alto sem morrer sufocado. Vegeta nunca havia participado desse tipo de "atividade". Mas se suas contrapartes disseram que podiam voar no espaço por alguns minutos, então ele também deveria conseguir. A menos que seja um blefe? Uma maneira de sempre parecer mais forte? Mas essa questão seria respondida mais tarde. O mais importante agora era tomar posse da ponte.

Os dois grupos haviam sido decididos. Mahissu e dez outros guerreiros teriam a tarefa de destruir o ônibus espacial e os namekuseijins. Os outros deveriam atacar a ponte. Com calma, eles esperaram pelo sinal de Vegeta. Tempo o suficiente para chegarem em seu universo, e à vista de Namekusei.

A nave-mãe Varga voou, levantando uma espessa nuvem de poeira do lado de fora. O asteroide se afastou rapidamente atrás da nave, que parou após alguns minutos. Obviamente, a ativação da passagem de um universo para outro só poderia ser feita com os motores desligados. Aconteceu em apenas dois minutos, e sem ser notado pelos saiyajins. Então a nave partiu novamente, rumo a Namekusei, que foi rapidamente alcançada. Entre todos os universos conhecidos pelos vargas, não havia uma espaçonave tão rápida quanto a deles..

Quando Vegeta decidiu lançar o ataque, os namekuseijins e os vargas no ônibus espacial se preparavam para decolar. Vegeta e seu grupo caminharam calmamente em direção ao único corredor que levava à ponte, e quando do ônibus espacial foi lançado, eles entraram em ação. Todos correndo a toda velocidade, matando vargas e namekuseijins de surpresa, eles rapidamente chegaram ao seu destino, em frente a uma pesada porta branca. Por sua vez, Mahissu e seu grupo atacaram. Metade do grupo cuidou dos vargas e namekuseijins do lado de fora do ônibus espacial, os outros dispararam dezenas de feixes de energia nos motores, que pegaram fogo. Tudo aconteceu em segundos. O ônibus espacial explodiu, parecendo se chocar contra si mesmo sob uma chuva de fogo e faíscas, enquanto do lado dos sete vargas e três namekuseijins estavam morrendo, ou pelas mãos de um saiyajin que os atacou diretamente com as próprias mãos, ou pela violenta explosão do ônibus espacial. O ataque rápido e coordenado havia funcionado.

Desenhado por:

BK-81       64 65

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