DB Multiverse

Dragon Ball Multiverse, o romance

Escrito por Loïc Solaris & Arctika

Adaptado por Rafael & comunidade

Com muito mais detalhes, redescubra a história de DBM. Esta romantização é verificada por Salagir, ela também contém adições próprias, que não foram contadas no mangá, por isso é um verdadeiro anexo da HQ!

Atualizações sobre 1, 11 e 21 do mês às 21: 00 (hora de Paris)
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Intro

Parte 0 :0
Parte 1 :12345

Round 1-1

Parte 2 :678910
Parte 3 :1112131415
Parte 4 :1617181920
Parte 5 :2122232425
Parte 6 :2627282930

Lunch

Parte 7 :3132333435

Round 1-2

Parte 8 :3637383940
Parte 9 :4142434445
Parte 10 :4647484950
Parte 11 :5152535455
Parte 12 :5657585960
Parte 13 :6162636465
Parte 14 :66
[Chapter Cover]
Parte 14, Capítulo 66.

PARTE QUATORZE: SAIYAJINS, NAMEKUSEIJINS E OUTROS DEMÔNIOS

Capítulo 66

Traduzido por Virgílio212


— Agora, aqui está Akira Toriyama do Universo 2, contra Raichi do Universo 3! — o anfitrião Varga anunciou no microfone.

— Oh. — Raichi disse, lentamente.

Finalmente era sua vez. Ele esperava lutar contra algum saiyajin, estava desapontado com o abandono do Universo 10. Mas, felizmente, talvez o pior deles ainda estivesse competindo: um que ele poderia finalmente eliminar de vez! Restavam três lutas até que pudesse enfrentá-lo. Isso significava que após uma primeira vitória, ele teria que enfrentar o vencedor da próxima luta. Em seguida, enfrentaria o melhor dos quatro últimos lutadores que terminarão a primeira rodada. Na melhor das hipóteses, ele poderia enfrentar Bardock após três vitórias. E mesmo assim Bardock também teria que chegar tão longe: Cold não era ruim, ele sabia disso. Depois dele, ele teria que enfrentar o vencedor entre um dos caras do universo 19 cujo nome ele havia esquecido, e outra saiyajin do universo 16.

Sentado em uma estranha esfera de cor azul avermelhada, Raichi levitou em direção ao ringue. Seu oponente ainda não estava lá. Olhando para trás, o velho tsufurujin o viu aparecer, saindo do corredor do universo 2. Ele era muito pequeno. O lutador, Akira Toriyama, parecia não ter mais de setenta centímetros. Ele usava uma máscara. Talvez o ar fosse prejudicial para ele? Raichi poderia ter certeza disso, tirando-a dele de um só vez ringue... É uma forma de vencer, assim como qualquer outra. Além disso, ele estava vestido com um terno. Que roupa estranha para se usar em combate.

— É a minha vez... — disse Akira

Ele surpreendeu outro homem baixinho (embora ainda mais alto que Toriyama) que esteve parado por alguns minutos bem na frente da entrada. Ele parecia tão inofensivo quanto, vestido com calças listradas e uma jaqueta simples. Este homem reconheceu imediatamente o lutador que acabara de aparecer: seu nome não lhe era estranho.

— Mas... você não é o autor? — Senbei Norimaki, também conhecido como Dr. Slump, pediu confirmação.

— Exato! Eu tenho total controle sobre meus personagens, tenho certeza que vou ganhar! — disse ele, erguendo o punho em vitória, ou melhor, sua garra mecânica em vitória.

— Isso não me parece muito justo... — comentou o médico de bigode fino.

— Quer que eu te faça você sapatear? — Sr. Toriyama ameaçou, os olhos de sua máscara parecendo assumir um aspecto igualmente ameaçador.

Senbei balançou a cabeça tão rapidamente que pareceu que tinha vários rostos.

— Mas esse Raichi... ele é realmente um dos seus personagens? — perguntou Belzebu, mantendo-se a uma distância razoável dele (ele não queria sapatear!).

Toriyama tirou vários arquivos de uma bolsa que havia trazido com ele. Dentro, havia um monte de imagens de personagens, com diversas informações sobre eles.

— O quê? Claro que sou eu quem o... Espere...

Toriyama tinha acabado de ver todas as fotos de seus personagens, e ele não tinha o visto. Ele olhou em direção ao ringue para revisar o design deste Raichi, então checou novamente seus arquivos em uma velocidade vertiginosa. Sem resultados.

Nada em nenhuma de suas histórias. Ele tirou uma lista rabiscada e riu dos trocadilhos que inventara para os nomes de seus personagens. Mas ele não estava lá. No entanto, com toda certeza seu nome também era um trocadilho: seu oponente era na verdade chamado de "lichia", como a fruta exótica. Ele procurou através de seus "designs de personagens": não, nada lá, nada aqui também... Dragon Quest, Tobal, Chrono Trigger...



Nota do tradutor: A fruta Lichia em japonês se lê como Raichi

Bem, vamos ver, ele estava em uma história em quadrinhos de Dragon Ball, e os personagens que lutaram até agora ainda eram todos de Dragon Ball, de uma forma ou de outra. Exceto o universo 2. Mas esse Raichi vinha do universo 3.

— Não sei quem são os idiotas que fazem esse quadrinho, mas os personagens com certeza são de minha autoria! Deve ser uma adição do anime. Espera ai...

Ele retirou certo material do anime, folhas plásticas transparentes contendo desenhos originais da Toeï Animation, desenhos que imortalizaram seu trabalho, acrescentando cor, som, movimento e outros pequenos detalhes... Ah, aqui está, a lista de vilões dos filmes. Turles, Broly, Janemba, Androide #13... Bem, aqui está Bardock. Mas não, nada de Raichi. Vamos ver... que tal produtos licenciados? Um anúncio de colírio, nada. Documentários para crianças, não. Um programa de TV sobre viagem no tempo, não. O crossover com One Piece -Ah, como nos divertimos- também não. DBGT, nada.

Ele permaneceu encarando um tsufurujin chamado Baby, sem saber o por quê. Mestre Toriyama não tinha ideia de que Raichi também era um tsufurujin, nem que este também era o último sobrevivente do massacre dos saiyajins, e que buscava vingar sua raça.

De repente, ele se deparou com uma série de imagens marcadas como "videogames". Mas todos sempre seguiam fielmente o seu... o que é esse cara? Ozotto? Parece um Cell completamente falho. Foi ele quem fez seu design? Hmm, ele devia estar bêbado... Ah... ha! Lá estava ele, Raichi, personagem de um videogame! Droga... Ele não tinha sequer tocado nisso...

— Ah, não... não fui eu quem inventei ele... — Akira Toriyama confessou, olhando uma última vez para seu oponente que pacientemente esperando-o.

Ele pensou por três segundos, passando uma de suas garras mecânicas atrás das costas.

— Então eu desisto. Estou velho demais para essa merda.

Diante dessa decisão, metade do universo 2 caiu para trás.

— Raichi é o vencedor, você pode sair do ringue. disse o anfitrião Varga.

— Sério?

"Bem, até que isso não é algo ruim." pensou o tsufurujin enquanto voltava lentamente ao seu espaço.

Enquanto Akira Toriyama caminhava em direção ao corredor, duas pessoas o impediram de avançar, ambos felizes, segurando nas mãos o que parecia um caderno e uma caneta.

— Toriyama-sensei-sama-dono! — disse o da esquerda, Salagir, um loiro com uma cauda igual a de Marsupilami. Ele obviamente havia aprendido japonês assistindo a animes. Nesses casos, é melhor ignorar. Enfim, esses gaijins e polidez...



Nota do tradutor: Marsupilami é um personagem de um desenho francês.

— Podemos ganhar um autógrafo? — perguntou o moreno de cabelos compridos em pé, Gogeta Jr.

Eles lhe entregaram um objeto fino e retangular, talvez do tamanho de um prato de torta.

— O que é isso? — perguntou Akira.

— Uh, é uma mesa digitalizadora. — respondeu o jovem moreno, entregando-lhe uma caneta.

— Vocês não podem usar papel como todo mundo?

— Usar o que? — os dois homens se perguntaram enquanto o Sr. Toriyama assinava nas mesas.

Então ele foi embora sem olhar para trás. Esses estranhos personagens lhe deram um gosto desagradável de déjà vu. Ele sentiu que já os havia conhecido em outra vida, ou em outra história em quadrinhos, menor, até mini...

— Está mesmo escrito 'Toriyama'? — o moreno perguntou, olhando para a tela de sua mesa.

— Eu não sei, está tudo em kanji! — respondeu seu amigo que estava tão confuso tanto quanto ele.

Mais adiante, Toriyama foi parado por outro personagem. Pequeno, castanho claro com olhos azuis, ele entregou um livro ao mestre e disse:

— O senhor pode assinar isso para mim?

— O que é? — Akira perguntou pegando-o em suas mãos.

— Um romance!

— Mas é ilegível!"

— Uh...

— Além disso, a capa está no final.

— Isso é porque se lê da esquerda para a direita...

— Ah, bom, este mundo está todo ao contrário. Parece que tudo aqui é desse jeito.

Depois de rabiscar alguns símbolos, ele continuou seu caminho, deixando essa estranha figura com seu livro ilegível e invertido.

Um homem andando com as mãos nos bolsos, passos firmes e um pequeno sorriso de superioridade no canto da boca se aproximou de Toriyama. Uma vez próximo, ele falou, com um tom animado:

— Ei, acabe minha frase!

Então, subitamente, ele assumiu um tom sério enquanto tirava seu punho do bolso, brandindo-o triunfante a sua frente.

— Quando perco a calma e uma raiva imensa me invade, me transformo em um lutador lendário! Eu sou... Eu sou...

— Jackie Chan?

Nem mesmo parando, Toriyama passou pelo homem que o assistiu seguir caminho, seu queixo atingindo o chão. O homem murmurou:

— Son Goku. O Super Saiyajin...

— O que esse cara queria de mim? — o talentoso mangaká se perguntou, erguendo uma sobrancelha e acelerando seu passo. Este local era defitivamente estranho...

Um varga, um pouco mais adiante, pediu a Toriyama que andasse mais devagar. De fato, o piso de concreto havia acabado de ser polido e, por razões de segurança, seria melhor que ele andasse com cuidado para evitar um deslize que o levaria direto para sala de DB-Mergência.

Um jovem de óculos, vestido com armadura saiyajin, estava correndo para alcançá-lo.

— Mestre, Mestre...

— Ele continua me ignorando, desgraçado. Logo eu que sempre sonhei em conhecê-lo!

— Mestre, eu gostaria tanto de ser como você, de ter seu talento!

— Eureka! Vou usar a técnica de Ginyu, então eu me tornarei Toriyama!

Ele então gritou: "Bodi Chenji!" enquanto perfurava seu peito com o punho direito. Um raio de energia saiu de seu corpo, indo na direção de Toriyama. Mas o artista escorregou... Que desajeitado. O raio de energia se curvou e atingiu um varga. Os dois espíritos trocaram de um corpo para o outro...

— Eu consegui, eu me tornei To... quack?

O jovem, ou melhor, o varga se interrompeu. Ele viu o mangaká caído no chão.

— Mas em que corpo eu estou então?

Após uma rápida inspeção de si mesmo, ele gritou:

— Nããããããããããããããooooo Quack!

Toriyama levantou-se o melhor que pôde e murmurou enquanto via o Varga gritar:

— Que pássaro engraçado esse...

Ele era definitivamente muito conhecido e famoso: uma jovem estava esperando por ele um pouco mais adiante. Cabelo castanho claro, uma fita branca em volta da cabeça, um scouter no olho esquerdo, sua aparência era inconfundível. Toriyama notou que ela estava usando os sapatos de um famoso ouriço azul enquanto lhe entregava um livro.

— De novo? O que é isso?

— Mestre, é a origem dos saiyajins, assim como a dos tsufurujins!

— É mesmo?

A designer lhe explicou em trinta segundos todo o cenário de seu pequeno trabalho. Uma vez tendo acabado, ela esperou pela resposta do mestre:

— Não tem nada do Gotenks? Eu gosto dele.

— Uh... não.

Toriyama saiu sem dizer mais nada, enquanto pensava: "Nunca imaginei eu mesmo a origem dos saiyajins, nunca foi muito importante... além de que, os tsufurujins nem foram ideia minha..."

Ele esperava não ter mais desses encontros aleatórios, mas em vão. Outra jovem o parou mais a frente.

— Olá mestre. — disse ela. — Estou feliz em te ver. Venho lhe oferecer algo maravilhoso! Eu te procurei, sabe...

Ela lhe entregou uma pilha de folhas de papel, com escritas pequenas e apertadas.

— Não, obrigado, eu já tenho seguro. Seus contratos não me interessam, senhora. Desculpe, mas tenho que ir agora. Uh... Eu tenho uma... Uh, lambreta... ela está estacionada em fila dupla.

— Não é nada disso. — ela disse. — É um cenário! Esta é a continuação de Dragon Ball!

— O que, DBGT?

— Não, é depois do DBGT. Você sabe, muitos de nós seguimos o desenho animado. Goste ou não, faz parte do trabalho de muita gente...

— E daí? Então é outro DBAF?"

— Não, não, SSJ5 não, por favor.

— Não é esse o roteiro daquela coisa estúpida na internet? Envolvendo um torneio multi-universal ou algo assim?

— Não, meu cenário é muito melhor.

— Bem, estou feliz por você. Adeus!

— Espere, você tem que desenhá-lo!

— O quê?

Toriyama-sensei fugiu, perseguido por esta mulher e seu cenário. Muito rapidamente, outras pessoas também começaram a persegui-lo, com várias outras demandas:

— Mestre, mestre! Queremos saber, o saiyajin lendário é Broly ou Goku?

— Tori! O que você acha do Super Sonic? Eles têm o direito de fazer isso?

— Ei, senhor, estou desenhando uma paródia de Dragon Ball com Mario, você se importa?

— Diga-me Toriyama-san, eu tenho uma pergunta sobre a tradução de um nome! Você usou o kana "ma", mas se é um trocadilho com a palavra que estou pensando ser, você não deveria adicionar o alongamento da sílaba?

— A propósito, feliz aniversário, mestre! Obrigado por tudo!

— Senhor A.T., porque você deixou Dragon Ball Evolution ser criado, eu estou encarregado de matá-lo! Volte aqui!

— Akira, case comigo!

— Me deixem em paz! — gritou o perseguido desesperadamente. — Não quero mais saber de Dragon Ball! Quero fazer histórias com humor duvidoso e personagens unidimensionais!

Tendo deixado a arena há muito tempo, o mestre desapareceu a toda velocidade atrás de uma montanha. Lá, ele invocou o poder do final do capítulo, e desapareceu entre duas páginas...

Não muito longe, perto do espaço do Universo 2, alguns participantes e espectadores faziam-se perguntas:

— Ele realmente... nos criou? — o jovem Shu perguntou a seus compatriotas.

— De qualquer maneira, ele tinha um monte de arquivos sobre todos nós. — Oito respondeu, mas não sanando sua dúvida.

— Eu já disse, ela era o autor! — o chamado Professor Slump repetiu mais uma vez.

— Autor do que? — perguntou o gato azul, inocentemente.

— Ele parecia poder controlar todos nós. — disse Belzebu.

— Ninguém tem poder sobre mim. — disse alguém com orelhas pontudas, longos cabelos prateados e uma capa vermelha.

— E se ele realmente fosse nosso deus, ou algo assim? — acrescentou Sun Wukong, que permaneceu em segundo plano todo esse tempo — Ele poderia sim ter esse tipo de poder... E mesmo você, Magus, não poderia enfrentá-lo. Muito menos vencê-lo.

— Não vamos ter como saber se não tentarmos, de qualquer maneira.

— Não, mas você não pode desafiar os deuses. — interveio Naurb do universo 19 que estava andando e acabou ouvindo tudo. — Não estamos nos Cavaleiros do Zodíaco!

— Foi ele que disse isso... — pensou Supaman, sem ousar dizer na cara dele.

— Então, desculpe-me, mas deuses eu desafio no café da manhã. — disse Sun Wukong. — Eles não são tão ruins.

Evitando qualquer discussão que não levasse a nada, já que agora era impossível para eles verificarem qualquer coisa sobre o mestre Toriyama, a seguinte luta foi anunciada:

— A próxima luta é Syd do universo 6 contra Vegeta do universo 13.

Desenhado por:

BK-81       64 65

Gogeta Jr      

Homola Gábor      

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