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Hanasia, Rainha dos Saiyajins

Escrito por Salagir

Adaptado por Mulekda e Carinha

Esta história se passa no planeta dos Saiyajins, bem antes de eles serem a população assassina que pôs medo na galáxia inteira, na era do Rei Vegeta...
Se você já se perguntou como essas pessoas tão poderosas viviam em comunidade, se você quer conhecer qual foi destino dos guerreiros milenares antes do Broly, se as aventuras de uma lutadora frenética e emocional em um mundo de valentões tentá-lo, entre no mundo da saga de Hanasia.


Parte 1 :123
Parte 2 :4567891011121314151617
Parte 3 :18
[Chapter Cover]
Parte 2, Capítulo 13.

A coalisão de forças armadas

 

 

Essa tartaruga de ferro era estranha além da conta... e esse objeto... tartarugas de ferro botavam ovos também?

 

— Tenha cuidado, comparado a sua força, isso é muito frágil, e só tenho um desses. Você vai ter que colocar na boca dele. Parece que toda hora ele dá gargalhadas, faça uso disso!

— O que é isso? - Perguntou Hanasia, olhando para o objeto de perto. - Seria uma fruta de metal? Está envenenada, não está?

— Pre... precisamente. Você pode manuseá-la sem perigo. Mas é estritamente necessário que a coloque em sua boca. A gente só vai conseguir quebrar a invulnerabilidade dele por dentro.

— É uma forma patética de se obter uma vitória.

— Estamos falando da sobrevivência de todas as espécies do planeta. Não da qualidade de seu confronto.

— Sim... Em todo caso, eu preciso das minhas duas mãos.

 

Hanasia passou a mão pelos cabelos, considerando prender a esfera ali, mas era suave demais e não daria certo. Ela puxou sua roupa com as pontas dos dedos, segurou ela e tentou prender a bola nas peças de vestimenta, mas eram folgadas demais. Finalmente, ela pegou uma das peças de tecido que prendia parte de seus cabelos e fez uma pequena sacola, que embalava bem a bola. Então a amarrou com um elástico que servia como cinto. Isso segurou direito. E com sua força, ela poderia rasgá-la facilmente quando necessário.

Hanasia respirou fundo e voou no sentido do seu inimigo, que apareceu na fumaça que se desfazia.

Apesar do tamanho poder no ataque dos comparsas da Tartaruga, o resultado foi o que ela imaginara. Não que ela desacreditasse no poder de seus ataques comparados aos dela, mas ela bem entendia que explosões de energia não surtiam efeito no corpo dele.

Por outro lado, o chão estava ainda mais absurdo. Crateras de todos os tamanhos e formas, em tudo ao redor. Nem todo ataque se parecia com o outro, e cada cratera tinha sua própria razão de ser. Algumas eram terra e rocha rasgadas e espalhadas, outras eram compactadas e pressionadas. Certos impactos se espalhavam, outros afundavam na terra. Certas rochas foram carbonizadas, outras btilhavam como rochas vulcânicas, umas até mesmo soltavam fumaça continuamente. Uma batalha aterrorizante com um aspecto que ela nunca contemplara ou teria imaginado antes.

 

 

Em meio a este cenário, o Guerreiro se levantou, tirando do chão suas pernas semi-enterradas. Ligeiramente abalado, ele parecia ter vindo de uma mísera festança com drinks, não do ataque direto de todo o exército de um planeta.

Hanasia não o deixaria recuperar os sentidos, ela rapidamente apareceu perante ele.

 

Romanesco sabia que havia alguém na frente, mas ele não enxergava muito bem. O mundo rodava ao seu redor. Ele sentiu que a pessoa agarrou seu braço e o dobrou para trás, pressionando-o contra suas costas. Ele sentiu dedos escorregarem em seu pecoço, e um forte empurrão nos ossos. E aquilo fez cócegas.

Uma certa dormência era o que ele sentia agora, em vez de dor intensa. Ele não gostava daquilo e queria pegá-la com sua mão livre, mas tudo o que conseguiu fazer foi dar um soco em si mesmo. Então ele puxou de volta o seu outro braço e a pessoa cedeu sob sua força, ele tinha se libertado.

 

Hanasia sabia que a força nos braços de seu oponente havia se divido por dez. Entretanto, o Guerreiro ainda foi capaz de se livrar tão facilmente do aperto que ela tinha aplicado! Mais ainda, mesmo tendo ele buscado se libertar imediatamente, o ataque no ponto fraco da clavícula não parecia ter surtido nenhum efeito.

Ela tinha que atacar de novo, antes que ele recuperasse todos os sentidos. Apontando com seu indicador, mantendo todos os outros dedos dobrados, ela estava prestes a lançar um ataque dos mais cruéis, um que ela jamais ousaria fazer contra um adversário comum. Evitando a mão gigantesca que se movia aleatoriamente, ela se viu em frente a ele, e sua outra mão o segurava pelo pescoço com firmeza, levantando-lhe a cabeça. Ela projetou seu indicador com precisão contra o pescoço dele e com a maior força possível, bem entre a veia jugular e o tendão adjacente. Não tinha osso ou músculo ali, era apenas a pele que ela perfuraria, segurando então a veia e destruindo-a em uma puxada (almas sensíveis devem evitar ler isso. Ops, tarde demais).

 

Um grito alto.

 

 

O grito foi de Hanasia, cujo indicador se dobrou violentamente contra a pele indestrutível de seu inimigo. Ela tinha posto tanta força, sem hesitar, que o impacto quebrou seus ossos, torcendo o seu dedo na direção oposta a que ele se dobra.

Hanasia recuou alguns passos, segurando seu dedo. Então, cerrando os dentes, ela o torceu de volta no sentido oposto, para pelo menos colocar os pedaços no lugar. A dor era cortante e vívida, mas pelo menos a dor constante em seguida era menos intensa. Entretanto, ela não mais poderia bater nele com aquela mão.

 

 

E enquanto ela ainda estava distante e o guerreiro recuperava os sentidos, acaraciando o pescoço, ela praguejou, notando que nem mesmo um arranhão ela tinha conseguido fazer. Era realmente impossível fazer quaquer coisa contra ele? Não era questão de uma certa resistência aqui, era puramente verdadeira invencibilidade. Era irreal e estava bem em sua frente, o Guerreiro Milenar, aquele que era intangível.

 

Todos haviam acompanhado o movimento preciso da garota. E estavam sem palavras. Todos os tsufurujins agora pensavam como Hanasia: essa invencibilidade era irreal, nenhum ataque físico surtiria o menor efeito.

— Mas a garota está sangrando de todos os lados... — Disse um técnico.

— Ou o que faz um Milenar não tem o mesmo efeito em fêmeas, ou... Ela é alguma outra coisa.

— Ela não é "Milenar". De forma alguma. Massa muscular, loucura destrutiva, falta tudo isso. Além do mais, ela já tinha se transformado ontem, sendo que uma vez que o processo se inicia, o Milenar não vai parar até morrer. Até mesmo sua aura é diferente. Veja os gráficos, as ondas não têm nada a ver uma com a outra.

— Então, o que é ela?

— Apenas.... Muito, muito forte.

— Que coincidência! E a transformação?!

— Pode ser que aconteça a saiyajins que são muito, muito fortes.

— Esplêndido.

— Nem tanto. É uma transformação muito menos estranha do que uma metamorfose em um gorila gigante.

— General Nizzuchi.

— O que?

— Nós veremos o que é a garota mais tarde. Vamos nos livrar do rapaz. Enviem o general para a vista dele e façam-no seguí-lo para o exército saiyajin.

— Mas eles não vão fazê-lo nenhum mal...

— Eu tenho dois planos. E a garota é um deles, mas ela precisa sobreviver.

 

 

O Guerreiro já andava quietamente para Hanasia. Ela não ia escapar, seria inútil. Ela preparou um ataque. Ao lançá-lo contra seu rosto, ele seria cegado. Quando ele alcançou o mesmo nível dela, ela lançou o ataque em seu rosto, mas em nada alterou seu movimento, uma vez que ele continuou como se atravessasse uma brisa. Logo em seguida, ela o atacou com sua mão boa, dedos estendidos, contra os olhos brancos dele.

Mas, subconscientemente, ela hesitava com medo de se machucar de novo, e seu ataque não foi tão rápido. Ela nem chegou a tocar seu rosto, ele a segurou pelo braço. Romanesco a arrastou para baixo e com uma só mão, esmagou contra o chão o corpo inteiro da garota super saiyajin. Ele compressionou a mão com força e Hanasia gritou de dor, sentindo seus músculos partindo e seu osso quebrando.

 

 

Ela sentiu, ele já estava mais forte do que a um minuto atrás. Ela precisava fazê-lo largá-la. Mas era impossível. Ela perfurou a rocha para melhor se afundar nela e com o seu outro braço, parecia acertar uma barra indestrutível. Ela pensou em cortar seu braço fora, quando ele a largou.

 

 

Antes que ela pudesse respirar ou engasgar de satisfação, Hanasia viu o chão partir em dois a toda velocidade em sua direção. O guerreiro tinha se levantado e lhe dado um chute! Um súbito chute aterrorizante que cruzou o chão como um chute atravessa uma poça d'água. Hanasia só conseguira ver o membro atacando ela. Parecendo em câmera lenta, ela moveu seus braços para se proteger, e sentiu a canela dele esquentar seu rosto. Sua visão desapareceu naquele instante.

No escuro, ela sentiu seu rosto ir para trás, sem perder contato com a perna. Ela pensou por um momento que tudo tinha acabado, quando o pé dele afundou em seu estômago. Sua consciência estava a mil, ela vivia o que certamente eram seus últimos momentos, em câmera lenta. A pele de seu corpo não foi amassada, ela abriu instantaneamente devido à velocidade que tornara o Guerreiro uma navalha. O pé rebentou dentro de seu estômago por através de suas costelas, seus órgãos internos nem sequer se moveram, eles preferiam ser cortados, rasgando por dentro.

Em seguida, ela sentiu o toque das suas costas no chão e não mais sentia nada.

Seus cabelos se tornaram pretos novamente e cairam no chão, outra vez sujeitos à gravidade.

 

 

— Droga, o segundo plano já era.

Chiin-Lee estava triste pela morte da garota, não só porque ela perdeu o plano. Mas ela não tinha nem tempo, nem o direito de demonstrar isso. Ela não tinha tempo para pensar a respeito da garota, que ela iria ter de matar de qualquer forma.

E logo, houve uma diferença entre esse ataque e os anteriores. Romanesco tinha experimentado um novo aumento de força, e desta vez, ele bateu forte. Ele decidiu bater bem forte, e num segundo, ele vencera. Ele lembrou o mundo de que ele não apenas era indestrutível...

— Menos um. - Disse um tsufurujin, começando sua frase em um tom alegre. Mas depois de duas palavras, ele não conseguia dizer em outro tom, senão no de derrota. Eles todos sabiam que a garota não era uma ameaça, que ela até tinha se tornado a melhor aliada deles.

A maior tela mostrou o corpo interte e sem vida da garota, o solo ao redor se encharcando de sangue. Chiin-Lee eventualmente virou a tela em um movimento de mão para um canto da sala e gritou:

— O General!!!

Ela não precisava dizer mais nada, Nizzuchi estava na pequena nave, bem atrás do Guerreiro Milenar.

 

Romanesco sentia cheiro de sangue e isso lhe dava prazer. Ele chegou a tentar passar os dedos no líquido vermelho, mas ataques de energia o acertaram pelas costas. Ele se virou, era seu adversário de antes. Ele tinha se esquecido desse. Ele se virou e sorriu.

— Esqueceu de mim, não foi, Romanesco? Não era eu o seu adversário desde o começo? Você ainda não me pegou, ensebado!

E enquanto Nizzuchi lançava contra ele ataques de energia, o módulo em seus pés ligou e voou para longe, mais e mais rápidamente.

Romanesco pulou e voou atrás dele.

 

A tensão na sala de controle dos tsufurujins tinha chegado ao máximo. Todos os seus ataques até o momento tinham sido ridículos, seu inimigo permanecia totalmente intacto. Eles não tinham resolvido o mistério desse segundo guerreiro e todos os ataques tinham sido um fracasso. O vírus permanecia como uma opção, mas Chiin-Lee duvidava que borrifá-lo seria o bastante. A tartaruga poderia ser destruída por uma onda ridícula de energia, e apesar de ter várias doses, parecia que eles só teriam direito a uma única chance.

Seu primeiro plano que já não era mais possível, além da bomba, consistia em ter um frasco de plasma contendo o vírus quebrado pela garota, quem seria a pessoa mais provável a alcanç'a-lo, e poderia ser capaz de efetivamente almejar os olhos, boca, qualquer membrana mucosa.

Mas ela não estava mais lá.

O radar indicava que ela ainda estava viva, mas por mais quantos segundos? A tartaruga não tinha material suficiente para tratá-la, e em suas condições, mesmo que ela fosse trazida para o hospital, não muito mudaria.

Outros dois novos pontos apareceram no radar.

— O que são essas energias? - Ela perguntou, enquanto trazia uma grande tela de vídeo para sua frente. Outros tsufurujins também estavam surpresos e deram ordens para as câmeras apontarem para o local certo.

— Vejam esses números no medidor de energia! Eles estão próximos dos outros dois! É assustador! O que é... isso?

— Mo... monstros! Nem tsufurujins, nem saiyajins!!!

 

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