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Hanasia, Rainha dos Saiyajins

Escrito por Salagir

Adaptado por Mulekda e Carinha

Esta história se passa no planeta dos Saiyajins, bem antes de eles serem a população assassina que pôs medo na galáxia inteira, na era do Rei Vegeta...
Se você já se perguntou como essas pessoas tão poderosas viviam em comunidade, se você quer conhecer qual foi destino dos guerreiros milenares antes do Broly, se as aventuras de uma lutadora frenética e emocional em um mundo de valentões tentá-lo, entre no mundo da saga de Hanasia.


Parte 1 :123
Parte 2 :4567891011121314151617
Parte 3 :18
[Chapter Cover]
Parte 2, Capítulo 11.

Tudo Contra o Guerreiro Milenar

Hanasia estava derramando um pouco de água sobre a testa do pai.

 

Na casa da família, e na mesma cama em que sua mãe se foi, agora era seu pai que estava deitado.

 

"Não se incomode..." ele pensou que estava dizendo, mas Hanasia só podia ouvir as vogais. "Você está melancólica, assim como você esteve com sua mãe," ele balbuciou. Hartich tentou esticar seu braço para colocar a mão no rosto dela, mas não conseguiu.

 

"Sabe, filha...", disse ele, em voz alta ou só em sua cabeça, "não sou um bom saiyajin. Quando eu fui pelo mundo, eu estava procurando por algo diferente, mas eu não encontrei. Então eu tentei sê-lo eu mesmo, diferente. Quando voltei, me tornei o chefe da aldeia, mas não acho que mereci isso. Toda a minha diferença, eu pus em você, e estou certo de que você realmente o é. Você é a saiyajin mais forte. Também a que mais merece, pois assim como eu, você pode sentir a tristeza nos outros. Aliás, não, você não a sente, você a vive. Você não é só uma saiyajin. Você é todos os saiyajins. Quando eles sofrem, está em você. Quando eles estão felizes, está em você... Você tem todos os saiyajins em si e é por isso que você é a saiyajin mais forte. Você será capaz de liderá-los e lutar ao lado deles. Você..."

 

Mas Hanasia nunca ouviu esse discurso. Ela apenas viu através das lágrimas nos olhos de seu pai, que se fechavam enquanto sua boca ainda se movia erraticamente.

 

— Pois então? Qual é o seu problema? Qual é o seu recado?

 

O tsufurujin estava arfando à porta e não conseguia passar a mensagem. Seus olhos se moviam em todas as direções. Ele tentou falar, mas faltava ar em seus pulmões. Ele tinha que recuperar o fôlego outra vez. Quão calma estava esta sala de controle! Mas uma certa ansiedade estava agora crescendo e todos os olhares se voltaram ao mensageiro.

 

Tsufurujins eram pessoas sérias. Mesmo sem conhecê-lo pelo nome, Chiin-Lee já havia conversado muitas vezes com esse empregado e ele era uma pessoa séria. Era por isso que todos estavam preocupados ao vê-lo suando, desnorteado como se tivesse visto um demônio, incapaz de comunicar a notícia, que ele teve que correr para dizer pessoalmente, quando qualquer um poderia simplesmente tê-la passado de uma sala para a outra.

 

Mas isso não era a única coisa que se somava ao inquieto. Atrás dele, e pela porta aberta, uma balbúrdia atípica podia ser escutada. O edifício inteiro estava fervoroso. Chiin-Lee tomou o microfone para perguntar o que se passava. No videofone, ela podia ver que os trabalhadores estavam correndo para todos os lados.

 

"O que está acontecendo?", ela demandou enfaticamente. Isso os parou congelados em seus lugares, aqueles do outro lado da linha. Em seguida, olharam para o videofone, surpresos, como se a pergunta fosse estúpida. Repentinamente consciente de que ele ainda não tinha repassado a sua mensagem, o rapaz à porta conseguiu estruturar:

 

— Tem... Tem dois deles!

 

 

Um feixo de luz atravessou a fumaça, seguido de uma forte rajada de vento, que imediatamente a dispersou. Ainda em pé no centro da cratera de solo e rocha, rindo feito um demônio, Romanesco, o Guerreiro Milenar, não estava mais sangrando. Tinha uma mancha negra em seu torso: o ar quente que se colou no ponto de impacto. Mas nenhum arranhão, nem um mísero corte.

 

Aquele tinha sido o ataque mais poderoso que eles podiam ter lançado. Cinquenta saiyajins juntos, treinados e sincronizados, não puderam sequer tocar o Guerreiro Milenar. O que eles poderiam fazer agora? Eles não conseguiriam juntar o exército inteiro em tão pouco tempo. Era inútil tentar segurá-lo. Por outro lado, de acordo com os tsufurujins, ele estava prestes a destruir tudo ao seu redor durante esse tempo. E foi confirmado quando ele acertou o chão com seu punho e lançou uma bola de energia. A cratera sob seus pés explodiu e o chão tremeu. Nizzuchi voou longe, fazendo um gesto claro: ele estava dizendo aos soldados para fugirem.

 

Cada um imediatamente começou a sair. Alguns estavam fugindo à velocidade dele, com medo em suas barrigas. O Guerreiro Milenar voou lentamente e de repente se lançou em um deles, que ele pegou e sacudiu feito um chocalho. Nizzuchi não ia ficar para ver isso. Ele tinha uma missão e o exército já não era mais problema seu. Ele seguiu à sua velocidade e, quase na altura do chão, voou tão veloz quanto podia em direção à aldeia de Hanasia. Mas isso levaria ainda, no mínimo, um dia inteiro...

 

Chiin-Lee não entendia. A sala também permaneceu em silêncio. Todos estavam aqui para seguir o movimento da tartaruga mecânica gigante que estava voando por sobre o mar, ao encontro da aldeia do Guerreiro Milenar. Mas, um dos técnicos entendeu a messagem e correu para o seu teclado.

 

Na tela principal, apareceu o mapa do mundo, e uma seta apontava para a tartaruga. Alguns pontos localizavam as principais cidades saiyajins e a aldeia do alvo que tinha sido adicionada para a ocasião. Havia também vilarejos tsufurujins. A tartaruga estava seguindo um caminho direto entre uma dessas cidades e a aldeia. O técnico digitou por alguns momentos e outras marcas apareceram no mapa. Uma marcação piscante vermelha, Chiin-Lee identificava: era a marca da energia específica da Guerreira Milenar. Aquela marca foi acionada automaticamente quando a garota se transformou, durante o ataque à sua aldeia.

 

"Ela se moveu?" perguntou alguém na sala. Mas, outra tela e imagens holográficas apareceram em vários lugares. Em vez de responder verbalmente à pergunta de Chiin-Lee por videofone, as pessoas na outra sala estavam mostraindo imagens. Uma gravação da sala do trono, imagens de satélite e de outras fontes.

 

Um outro saiyajin, um outro. Transformado, como a garota, um outro. Havia dois deles.

 

"Imagens de satélite da aldeia. Encontrem a garota." demandou Chiin-Lee, como que para se assegurar do que vira. Conforme todos se reposicionavam, ela assistia às imagens da sala do trono. O texto indicava que aquilo era uma gravação, enquanto, ao lado, mas com menos detalhes, eles podiam ver em tempo real o lutador trazendo o caos por onde passava. Havia muitos aparatos tsufurujins no palácio e muitas câmeras flutuantes chegaram para agregar imagens às do satélite. O jovem garoto Romanesco estava ficando irritado durante sua luta e, em um instante, se transformou. Aconteceu muito mais rapidamente do que com a garota. Mas o que era mais intrigante é que ele era muito mais poderoso. Chiin-Lee não tinha medido os níveis de energia, mas quando ele se transformou, o chão tinha sido destruído sob seus pés, o vento estava mais forte, e a luz, sobretudo a luz, invadiu toda a sala e havia lhe dado uma aura muito maior. Mais ainda, teve essa incrível mudança em seu corpo inteiro, não apenas seu cabelo. Seus músculos eram enormes e parecia um monstro.

 

Talvez a transformação milenar fosse menos impressionante entre saiyajins fêmeas? Ou...

 

"Consegui!" exclamou um tsufurujin, mostrando a imagem de satélite. A garota estava saindo de sua casa. A câmera flutuante, que havia permanecido em modo de espera, se aproximou.

 

Os aldeões se aproximaram da menina e a câmera desceu para captar imagens melhores. Ela se posicionou no telhado de uma casa e deu zoom. Assim, podia se ver os rostos dos saiyajins ao redor da garota e que falavam com ela. A moça estava chorando de novo.

 

Chiin-Lee pôs de lado as imagens e começou uma comunicação com o saiyajin que era conselheiro do rei. O conselheiro tinha um bracelete em seu braço que o permitia se comunicar com os tsufurujins. Ele era um jovem guerreiro que serviu a família real e que se provou confiável. De pé ao topo da torre mais alta, ele estava assistindo de longe a batalha do guerreiro. Ele sabia que os tsufurujins, mais cedo ou mais tarde, entrariam em contato com ele, e ele estava esperando.

 

— Conselheiro, saudações. Qual é a situação?

 

— O guerreiro milenar apareceu. O rei está morto. Nosso general está reunindo o exército. Uma facção dele lutou fora da cidade e todos eles estão mortos. O guerreiro milenar está agora terminando de matar os últimos que sobraram.

 

— Estamos vendo.

 

— Será que o general Nizucchi ainda está vivo? - Perguntou o conselheiro. - Ele o único que sabe onde está o saiyajin que ele estava treinando. Seria necessário que ele fosse ao seu encontro.

 

Ah, claro, o plano dos saiyajins... Mas era improvável que o general e sua guerreira fossem úteis para alguma coisa.

 

— Chiin-Lee. - Chamou a tsufurujin da sala ao lado. - Nós enviamos uma nave de guerra no sentido da capital. Ela vai chegar em meia hora. Já que a tartaruga está sendo usada...

 

— Chiin-Lee, - disse outro, - encontramos o general deles. Ele é o último sobrevivente da facção massacrada e está se dirijindo para o leste. O guerreiro milenar percebeu e está indo atrás dele. O general já viajou dezenas de quilômetros.

 

— Hum... Ele o está seguindo... Chame o capitão da nave de guerra!

 

— Capitão Aruloku Alebatoru da Cara Cortada, no convés do Relâmpago, na escuta.

 

— Você tem uma dessas naves super rápidas de viagem? E tem como um saiyajin se segurar nela, ou mesmo entrar?

 

— Sim e sim, eu acho, se deixarmos o cockpit aberto.

 

— Envie uma imediatamente, vazia e teleguiada, a toda velocidade na direção do guerreiro milenar. Faça ela voar ao lado do saiyajin que ele está perseguindo.

 

Nizzuchi estava voando o mais rápido que podia, quando sentiu uma presença opressora angustiante atrás dele. Sim, ao longe, o guerreiro milenar estava vindo atrás dele! Ele não estava destruindo tudo a sua volta aleatoriamente, pelo contrário ele ia matar todos os seus inimigos. Obviamente, o guerreiro milenar não deixava nenhuma luta inacabada!

 

Ele ia alcançá-lo a qualquer momento. Não havia como escapar dele... Mas, de repente, ele pôde avistar um objeto estranho provindo de sua direita e que voou em sua direção ainda mais rápido. Era uma coisa de metal voadora e começou a planar ao seu lado. Só podia ser coisa dos tsufurujins. Ele ouviu fracamente uma voz. Chegou perto e viu um tipo de assento no meio da armação. Havia uma esfera mágica e era dali que a voz saía!

 

— Entre na nave! Sente-se e se deixe levar! É muito mais rápida do que você.

 

Os tsufurujins estavam-no ajudando?! Incrível... Mas ele não poderia recusar. Estava exausto e não tinha escolha. Nizzuchi ajoelhou-se no assento e agarrou-se à parte de trás da cadeira, cuja largura era maior que sua altura. Ele estava agora virado de frente para o guerreiro milenar, que estava chegando cada vez mais perto.

 

— Direção: vilarejo do guerreiro milenar fêmea. - Disse Chiin-Lee. - Baseie sua velocidade na velocidade do guerreiro milenar. Ponha um navegador no comando do controle remoto. Se o perseguidor começar a lançar ataques de energia, nós temos de evitá-los, logo precisamos de bons reflexos. Relâmpago! Vá até o vilarejo também. A tartaruga estará lá, assim como os dois guerreiros milenares. Vai ser o grande ponto de encontro.

 

— Conselheiro - ela chamou, usando outra língua e outro microfone. - Guie seu exército na direção que apontar seu bracelete.

 

— Como que você sabe aonde eu estou indo? - Perguntou Nizucchi à esfera.

 

— Nós estamos te mandando para a saiyajin mais poderosa do mundo. - Respondeu Chiin-Lee. - Aquela que você procurava. - Então, desligando o microfone para responder aos olhares atônitos que ela recebia de toda a sala: "Sim, ele estava procurando o melhor guerreiro saiyajin deles, certo? Bem, é a outra milenar."

 

"Decididamente, esses tsufurujins sabem tudo sobre nós..." Pensou Nizzuchi. "Mas não acho que Hanasia será capaz de fazer nada. Pelo menos, somos vários nesse caso."

 

 

— Ele está morto. - Disse Hanasia aos aldeões.

 

— Você não precisa ficar triste. - Disse um deles. - Ele lutou muito bem.

 

Em seguida, ela entrou na casa para recolher seu corpo. Quando ela saiu, os outros já haviam ampliado o círculo. Estavam prontos para a tradição funeral. Hanasia respirou fundo e lançou o chefe do vilarejo para cima. Um arrepio correu nela da cabeça aos pés, enquanto via os contornos que delineavam o corpo poderoso de seu pai se distanciar mais e mais no céu.

 

Ela tinha lançado bem alto. Os aldeões não esperavam nada menos para o seu líder e eles confiavam perfeitamente na força de sua filha. Seu gesto foi simples, não parecia que ela tinha usado muita força. No entanto, ele subiu ao céu com grande velocidade.

 

 

Como de costume, eles prepararam suas bolas de energia e esperaram até que Hanasia atirasse primeiro. Isso pareceu uma eternidade. Os mais velhos lembraram que nenhum outro líder havia sido tão popular e respeitado quanto Hartich. Ele tinha sido um líder excepcional. Todos lembraram de seu líder em seus corações.

 

Ele já estava caindo por um tempo agora, quando Hanasia subitamente se envoltou com um vento forte. Toda a poeira no chão subiu e o ar vibrou nessas ondas, que Hanasia já havia emitido durante a sua última luta, e contra Nizuchi, mas eles não sabiam disso. Sem sequer mover os braços, o seu corpo inteiro lançou uma bola de energia que subiu e acertou o corpo.

 

Seu tiro foi imediatamente seguido pelos outros, mas eles apenas serviram para colidir um contra o outro, pois Hartich já tinha sido desintegrado.

 

De repente, uma grande dor interna atingiu Hanasia outra vez, mas não era o que ela esperava.

 

Era como uma sensação ruim gigantesca, uma presença ameaçadora, muito pior do que a morte, que ela acabara de encontrar. Não foi sequer comparável com a impressão de que ela teve ao enfrentar o psicopata ontem. Era cem vezes pior.

 

Ela voou bruscamente para cima.

 

Bem longe, à distância, eventos e coisas, todos convergiam para a aldeia. Mas o ponto mais importante era aquele perto do chão, à beira do que ela podia enxergar, de onde ela podia sentir, aproximando-se em alta velocidade, a sombra da morte violenta emergir.

 

Ela não podia mais pensar em seu pai, não era mais o momento. Agora, ela estava começando a ter medo, muito medo, porque sabia que não ia acontecer nada de bom.

 

Ela desceu lentamente, os outros não tinham se movido.

 

— O que está acontecendo Hanasia?

 

— Eventos... Eventos terríveis estão se armando. Isso é tudo que eu sei. Em poucos minutos, aqui... será um banho de sangue.

 

Os outros olharam espantados.

 

— Fiquem longe da aldeia. Fujam!

 

— Bem, Hana...

 

— Ela está certa! - Um dos mais velhos gritou. - Eu sinto cheiro de morte! Está chegando! - E ele voou, para ver com os próprios olhos. Aqueles que podiam voar subiram no ar, para verem por si mesmos.

 

— É aquilo se aproximando?

 

Os saiyajins com os sentidos mais apurados também começaram logo a sentir medo e, conforme aquilo chegava perto, o medo piorava mais e mais, ao ver naqueles dois pontos que vinham, algo muito mais aterrorizante do que o guerreiro invencível de ontem.

 

Nizzuchi estava surpreso com a velocidade dessa pedra voadora, que estava indo cada vez mais rápido, porque Romanesco estava indo cada vez mais rápido. Ele também estava perplexo, pois eles estavam indo bem para onde Hanasia morava. Em seguida, ele conseguiu ver as casas ao longe. Dadas as velocidades deles, era só uma questão de segundos. Ele se preparou para descer em vôo.

 

Essa corrida não cansou Romanesco sequer um pouco e ele tinha todo o tempo do mundo. Ele também viu o vilarejo e logo entendeu que aquele tinha sido o objetivo deles. Ele viu vários saiyajins flutuando no ar. Ele entendeu que uma nova batalha estava por começar.

 

— É Nizzuchi! Ele está numa pedra que voa!

 

— Sim. - Respondeu Hanasia. - Ele... Ele trouxe até mim o Guerreiro Milenar.

 

— Aquele é o Guerreiro? Olha, ele está brilhando de todos os lados...

 

— Como... Hanasia.

 

— Não, não como Hanasia. - Disse um saiyajin velho.

 

— Escutem-me, vocês todos... - Disse ela. - Vocês... Vocês não devem atacá-lo. Jamais. Entendido?

 

 

— Nós temos os resultados das análises. O nível da garota é muito inferior ao do menino. Então, neste duelo de morte, focaremos nossos ataques somente nele. Daí vamos ver, vai depender da situação. Nossas naves chegarão em poucos minutos, até então a gente não pode fazer nada, a não ser assistir ao começo.

 

— Ele acabou de chegar na aldeia.

 

— Eu sei.

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