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Hanasia, Rainha dos Saiyajins

Escrito por Salagir

Adaptado por Mulekda e Carinha

Esta história se passa no planeta dos Saiyajins, bem antes de eles serem a população assassina que pôs medo na galáxia inteira, na era do Rei Vegeta...
Se você já se perguntou como essas pessoas tão poderosas viviam em comunidade, se você quer conhecer qual foi destino dos guerreiros milenares antes do Broly, se as aventuras de uma lutadora frenética e emocional em um mundo de valentões tentá-lo, entre no mundo da saga de Hanasia.


Parte 1 :123
Parte 2 :4567891011121314151617
Parte 3 :18
[Chapter Cover]
Parte 2, Capítulo 10.

A Descoberta do Guerreiro Milenar

 

Silêncio pairou sobre a aldeia quando o corpo distorcido do Saiyajin monstro, dilacerado, caiu no chão.

 

No céu, Hanásia brilhava com uma poderosa aura amarela. Seu corpo inteiro reluzia. Seu cabelo também irradiava luz e apontava para o céu. Apesar de os Saiyajins serem incapazes de sentir o nível de poder dos outros, eles viam claramente que Hanasia era forte, a mais forte do mundo.

 

O que eles não viram, centenas de metros acima deles, foi que Hanasia estava aos prantos, e não ousava olhar para baixo. Lá embaixo estava o pai dela, caído morto, onde seus amigos haviam sido massacrados.

 

 

Ela levou as mãos aos olhos e lentamente começou a descer. Os aldeões a aclamavam, e isso lhe levantou um pouco a estima. A luz de sua aura a deixou e em um instante, ela voltou ao normal. A poderosa energia que ela emanara cessou.

 

Seu pai estava no chão, na cratera deixada por ele. Ela colocou a sua mão sobre o coração dele, e nenhum Saiyajin se aproximou para parabenizá-la pela vitória. Eles repeitaram a atenção dela pelo pai.

 

O coração estava batendo.

 

“Ele está vivo!” ela gritou. Lágrimas caíam de novo. Hartich enfraquecido abriu os seus olhos e viu que sua filha estava viva. Ele não mais ouvia o som da batalha e entendeu que estavam a salvo, que Hanasia não mais corria perigo. Ele fechou seus olhos mais uma vez, esperando que a Morte pudesse levá-lo finalmente.

 

Na sala de controle Tsufurujin, o silêncio também havia recaído. Os engenheiros corriam para recuperar e juntar as imagens capturadas pela câmera, de quando ela apontava para a mesma direção, enquanto rodava devido à explosão.

 

Mas os espectadores estavam imóveis observando a tela. Ela mostrou o que estava acontecendo naquele momento. A partir da explosão, a Saiyajin estava brilhando no céu com uma aura de energia amarela que emanava de seu corpo, como se fosse perspiração de vapor. Os indicadores de todos os intrumentos de medida de energia, de níveis de radiação, até mesmo o de níveis de ionização do ar, todos haviam atingido o máximo, claramente limitados pela tela do monitor. O corpo deslocado e sem vida do guerreiro que os Tsufurujins tinham criado estava caído no chão.

 

Sentindo-se obrigado a quebrar o silêncio, Tracheobionta disse, tanto para si, quanto para os outros, o que todos eles já sabiam.

 

“Eu acredito que encontramos o guerreiro milenar.”

 

Sim, eles haviam o achado, pensou Chiin-Lee. Os sintomas eram claros, o poder e o nível não davam espaço para dúvidas. O pêlo havia mudado de cor, a luz amarela, essa mudança de aparência que precisamente lembrava o pesadelo registrado 1000 anos atrás.

 

E o guerreiro milenar era essa garota emotiva. Tão Tsufurujin em seus sentimentos, tão afável e gentil em sua natureza empática. Essa Saiyajin que salvou sua aldeia e a própria vida, por mostrar sua verdadeira natureza, acabou por se sentenciar inimiga do time de Chiin-Lee por hoje e para todo o sempre, até o dia que eles conseguissem dar cabo dela.

 

Chiin-Lee foi da alegria de vê-la a salvo à tristeza, porque agora ela tinha de matá-la.

 

"Seu guerreiro não foi exatamente eficiente", disse a garota atrás de Tracheobionta.

 

"Era forte demais para ser peitado", respondeu Chiin-Lee. "Usar só força contra isso é inútil. Temos muitas outras formas à disposição, e muito mais sutis, diga-se de passagem."

 

 

Nizzuchi voava para a capital. Assim que ele passou pelo muro do castelo real, sentiu o cheiro da cozinha e decidiu desviar um pouquinho da rota.

 

Certo tempo depois, ele saiu e foi ao campo de treinamento. Nunca o tinha visto tão cheio. Um antigo estudante seu era agora instrutor chefe. Estava dando ordens àqueles que obviamente eram parte do exército. Haviam muitos aldeões vindos de longe, alguns claramente eram os líderes de suas aldeias. E era uma aposta segura que, antes de eles aceitarem obedecê-lo, haviam lutado contra o instrutor e perdido.

 

Todos eles voaram. E o instrutor voou acima e junto ao grupo.

 

"Canhões a postos!", bradou. Em uníssono, os soldados apontaram seus braços direitos para o céu, o braço esquerdo sobre ele. Era uma das posições de luta clássicas da escola do Rei.

 

"Fogo!", comandou o instrutor, e todos eles lançaram uma bola de energia na mesma direção.

 

Era tão impressionante ver tantos Saiyajins fazendo parte de um mesmo ataque. Na verdade, Nizucchi nunca tinha visto aquilo antes.

 

Ele continuou seu caminho em vôo e chegou à sala do trono. Aqui, você não pedia por uma sessão com o rei; ou você entrava, ou não. Os guardas o reconheceram, então não precisaram previnir sua entrada. Havia duas famílas de Saiyajins que vieram de bem longe para desafiar o rei.

 

Eram cinco membros na primeira, todos muito motivados e imponentes. Um deles claramente tinha sido derrotado e agora o rei lidava com dois deles ao mesmo tempo.

 

O momento que Nizucchi levou para chegar ao trono foi o bastante para os dois oponentes terem sido levados ao chão. Ele estava prestes a conversar com o rei quando o último membro da família se aproximou, deixando claro que ele já havia estado aqui antes. Nizzuchi pegou-lhe pela cabeça e a arrebentou contra o chão, fazendo um buraco entre as pedras do pavimento.

 

"Sumam daqui, peãozada! O Rei tem mais o que fazer." Perplexos pela maneira com que este senhor, que mal havia chegado, tinha derrubado o último membro, eles foram embora. Por outro lado, os dois únicos membros da outra família permaneceram onde estavam, sem pronunciar uma palavra.

 

"Quem te deu essa surra?" perguntou o rei quando ele viu que seu general estava se recuperando de ferimentos sérios recentes.

 

"Foi a garota Saiyajin que pode alcançar o poder absoluto, meu rei. Eu a encontrei. Todas as teorias da biblioteca são reais. Sua força é excepcional para sua idade. E de acordo com seus sentimentos, ela pode se tornar ainda mais forte... Eu descobri o potencial de um poder infinito nela."

 

"Sério? Eu não teria acreditado se não fosse você..."

 

"Precisarei de membros do exército para atacá-la. Ela só usa o seu poder real quando sofre."

 

"Vamos conversar sobre isso mais tarde, depois de eu terminar com os convidados de hoje."

 

 

A outra família se aproximou. Era uma mãe e seu filho.

 

"Meu filho é o guerreiro milenar, sua Majestade. Ninguém pode alcançar o seu nível. E ele nem sequer foi treinado para a luta. Nunca."

 

O rei coçou a cabeça enquanto levantava, não muito convencido. Sua barriga balançava da esquerda para a direta conforme ele se aproximava deles.

 

"Como um Saiyajin tão gordo ainda pode ser o nosso Rei?" perguntou a mãe, desdenhosa. "Um porco gigante, um general decrépito... Eu creio que a monarquia se baseia mais em memória de um respeito antigo, do que propriamente em poder! Eu vou lutar!"

 

E a mãe atacou. Ela era muito veloz. Nizzuchi percebeu que a família anterior não era nada comparada a ela. Ele estava deveras impressionado, pois desde o primeiro soco, ele tinha percebido o verdadeiro desafio que ela representaria ao Rei.

 

Seu punho afundou na barriga do Rei. Ele não desviou, a energia do soco se atenuou em sua gordura. Tão logo ela se aproximara, seus braços foram capturados pelas mãos enormes do Rei. Ele então começou a puní-la pesadamente com joelhadas, mas ela suportou, eventuamente conseguiu até pular por sobre o seu oponente. Quando estava do outro lado, esticando os braços, arremessou o Rei voando e ele finalmete a largou. Ela mal estava livre, quando se lançou nele para atáca-lo, antes que ele pudesse controlar sua queda. O Rei recebeu um ataque ultra potente e caiu no chão, ainda assim não aparentou sentir dor.

 

"Eu sempre fui gordo," disse o Rei, voltando para a posição de luta. "Mas é nisso que consiste a minha força, pois seus ataques sequer me causam coceira."

 

Surpresa, ela renovou os seus ataques, mas o Rei dessa vez também atacou. Ele parecia duas vezes maior e mais largo do que ela, e após uma troca breve de golpes, ela já não se via mais capaz de se manter em pé.

"Eu estava errada, preciso admitir...", disse a mulher. "Mas meu filho vai te derrotar."

 

Nizzuchi olhou para o tal filho. Bem jovem, nem sequer havia prestado o mínimo de atenção na luta. Ele só contemplava o nada, desinteressado.

 

"Vá, Romanesco! Enfrente o rei!", a mãe gritou. Ele então se virou e deu alguns passos em direção ao seu oponente. O rei, que nem sequer havia se cansado um pouco, esperou pelo ataque. Mas o Saiyajin não o atacou e já parecia entediado novamente. Então o rei avançou.

 

Ele tentou um soco, mas o garoto defendeu, repentinamente desperto. Instantaneamente, agarrou o braço do rei e o aremessou para o outro lado da sala, destruindo o que estava no caminho. Nizzuchi deixou escapar uma interjeição de surpresa e o Rei retomou a sua postura, extremamente atordoado.

 

"Que rapaz impressionante! Você é rápido!", disse o rei, lançando uma bola de energia contra seu oponente, correndo em seguida atrás dela. Um clássico ataque duplo. Romanesco desviou a bola de fogo com as costas da mão, como se nada fosse. Nizzuchi, ainda assim, sabia que tinha sido um ataque poderoso. Na sequência, ele respondeu às investidas do rei. Os dois trocaram numerosos golpes em alta velocidade, e quanto mais eles lutavam, maior o nível ficava. Nizzuchi ponderou que esse menino era forte, de fato. Não era de se surpreender que ninguém pudera sequer tocá-lo, lá no interior de onde ele veio."

 

Mesmo sendo muito maior e imponente do que seu adversário, o Rei não parecia mais forte ou mais veloz. Esse Romanesco era mesmo surpreendente. Mas o Rei tinha muito mais experiência de luta e eventualmente conseguiu ficar em vantagem.

 

Quando Romanesco estava atravessando um pilar, o Rei pousou, ofegando um pouco. Nizzuchi notou que seu oponente estava se levantando sem parecer sentir a dor do golpe, e ele nem sequer ofegava.

 

"Esta é uma luta de alto nível.", admitiu o rei. "Vamos terminar isso lá fora."

 

Mas seu adversário não escutou e pulou em cima dele. A luta continuou violentamente e o rei teve que recorrer aos seus últimos recursos para atirar o seu adversário de volta ao chão. Romanesco voltou a ficar em pé imediatamente, absolutamente furioso. Ele começou a carregar uma poderosa bola de energia.

 

"Nizzuchi!" gritou o rei. Nizzuchi compreendeu instantaneamente o problema. Onde o rei estava, o lugar em que o seu adversário estava mirando, havia uma parede, e atrás dessa parede... Nizzuchi correu para o rei e atirou-se ao lado dele enquanto a bola de fogo tinha sido lançada. Com suas quatro mãos, eles conseguiram parar o ataque que esmagava eles contra a parede, que começou a rachar.

 

"De volta nele!", gritou o general. Foi difícil, porque eles tiveram que mudar completamente a direção, em vez de apenas desviá-lo para o céu. Mas era também a melhor maneira de parar este Saiyajin ensandecido. Ele já estava correndo em direção a eles.

 

Os dois lutadores repeliram a bola de energia que atingiu certeira em Romanesco. Uma enorme explosão e muita fumaça se espalhou pela sala inteira. Quando ela desapareceu, eles podiam ver que Romanesco ainda estava de pé.

 

Ele sangrava por numerosas feridas, mas o seu espírito de combate ainda estava no máximo. Ele começou a gritar, criando uma espécie de turbilhão de vento ao redor dele. Nizzuchi fez a conexão com Hanasia em uma fração de segundo, quando uma explosão de calor cercou Romanesco.

 

 

Perante os olhos atônitos do rei, assim como os do general e os da própria mãe, a aparência de Romanesco tinha mudado. Seus músculos eram três vezes maiores, o cabelo agora tinha cor e apontava para o céu. De seu corpo, emanava uma luz verde que cegava os espectadores.

 

"Monstro! Monstro! ", gritou o monstro que passou perto dele para atacar. Por outro lado, o rei e o general estavam acostumados a lutar e, neste momento, eles sabiam. Eles sabiam que ele era invencível e eles sabiam que ele era o guerreiro milenar. Eles não se moviam, esmagados pelo seu poder. Romanesco agora era muito mais impressionante do que o rei. Ele agarrou sua mãe e jogou-a contra a parede. Todas as rochas caíram junto com seu corpo sem vida. O rei levantou-se.

 

"Encontre a sua guerreira, mas antes disso, dê o comando necessário para todas as nossas facções. Vou atraí-lo fora." Ele lançou uma rajada de ataques de energia contra o guerreiro e saiu através de uma grande janela. Romanesco soltou um urro e correu atrás dele.

 

Nizzuchi voou e saiu da sala, fez a volta e entrou na sala que estava por trás da parede. Havia itens estranhos no interior. Na verdade, eram aparatos de comunicação Tsufurujin. Foi isso o que ele e o rei se juntaram para a proteger.

 

"O Guerreiro Milenar está aqui!", disse ele à esfera mágica onde ele sabia que tinha de falar.

 

"Nós percebemos isso.", ela respondeu. "Levem-no para longe de suas cidades, vamos enviar os nossos próprios exércitos."

 

Em seguida, Nizzuchi correu para fora do palácio, de onde podia ver a luta do Rei. Ele estava apanhando. A parte do exército que tinha estado treinando assistia, enlouquecida, a esse estranho duelo do qual luz emanava.

 

No tempo que Nizzuchi levou para chegar ao instrutor, o Rei tinha levado um golpe final e caiu entre duas casas da capital.

 

No céu, Romanesco riu como um demônio e atirou várias bolas de energia na cidade. Saiyajins começaram a voar por todos os lados.

 

"É o Guerreiro Milenar!", gritou o general. Seu ex-aluno ficou sem palavras por um tempo, depois apontou para o lutador.

 

"Apontar canhões contra o oponente do rei!" Cerca de cinquenta punhos apontaram para a direção dada. "Fogo!"

 

Inúmeras bolas de fogo viajaram horizontalmente, mergindo em uma enorme bola. Quando chegou, era uma enorme bola de energia, muito mais poderosa do que qualquer coisa que Nizzuchi já tinha visto. Ela explodiu no corpo do lutador. Surpreso, ele foi jogado para trás muitos quilômetros.

 

"Sigam-no!" ordenou Nizzuchi, tomando o controle da facção. Os soldados o seguiram sem realmente entender o que estava acontecendo; para eles, parecia impensável que ele teria sobrevivido ao ataque.

 

"Você fica aqui!", disse ao instrutor. "Reúna as outras facções. Se ele sobreviveu, eu te ordeno não fazer nada até que todo o exército esteja aqui!"

 

"Mas... Ele não tem como..."

 

"O poder do lutador milenar é insondável. Você entende? É muito acima do que você pode imaginar. Você precisa esperar até que você tenha exército inteiro. Nenhuma meia-medida!" - Porque os Tsufurujins nunca estão errados, ele acrescentou em sua mente.

 

Seja para prever tempestades, para curar doenças, ou para dar conselhos ao rei, esfera mágica Tsufujin nunca se equivocava. E ela já os vinha advertindo do poder do Guerreiro Milenar há tanto tempo, que Nizzuchi não ia levar na brincadeira.

 

Quando chegaram perto da cratera, eles encontraram o lutador em pé, na poeira e fumaça, e ele não sequer mostrava um mísero arranhão.

 

"Minha nossa... com sua aparência anterior, nós conseguimos, pelo menos, machucá-lo ... Os dez primeiros, ataquem-no ao mesmo tempo! Os outros... concentrem uma bola de energia, o máximo que puderem! Canhões a postos... concentrem, concentrem... Não atirem antes de eu lhes dar o sinal!!! Não olhem para a luta, olhem para mim!"

 

E Nizzuchi se posicionou diante deles, escaneando seus rostos. Como ele havia pensado, eles não tinham treinamento sobre como carregar um ataque de energia. Ele virou as costas para eles e assistiu a luta. Como ele também tinha pensado, era uma carnificina. Mas não achava que seria tão horrível.

 

Os golpes que os soldados desceram em seu oponente eram ineficazes, como se seres feitos de musgo batessem em um ser feito de rocha. Sem hesitar, ou nem mesmo sentindo os ataques, ele pegou um Saiyajin com sua mão gigantesca e esmagou-o no chão. Esse teve sorte, o próximo foi esmagado entre seus dois braços e explodiu como uma fruta podre. Emitindo um grito de terror, outro concentrou o seu ataque mais poderoso e lançou-o contra o guerreiro milenar. Ele atravessou seu ataque como se não fosse nada mais do que uma brisa e lançou de volta uma pequena bola de fogo que perfurou o assaltante.

 

Nizzuchi virou-se para o exército que, como ele havia ordenado, permaneceu olhando para ele. Alguns pareciam dispostos a ceder, mas muitos outros ainda podiam carregar mais ainda. Ele apontou para eles, um por um, olhando nos olhos daqueles que não aguentavam segurar mais.

 

"Você, você, você, você, você, você, você, você, concentrem mais devagar. Você, você, você e você também. Agora você, você, você e você, concentrem mais rápido! Você aí! Eu sei que você pode fazer melhor do que isso!"

 

Um último olhar para trás, o último Saiyajin que ele tinha enviado para a morte ainda estava lutando. Ele escapou garras do monstro e fugiu. Imediatamente, foi perseguido e capturado. Com um chiado, a vida o deixou e Nizzuchi correu até Romanesco.

 

"Atirem na minha direção." ele ordenou. "Fogo! Fogo!" E todo o exército disparou suas bolas de enegia mais poderosas. Ataques potentes que se misturaram enquanto moviam-se na mesma direção. Os ataques voaram até Nizzuchi, que voava para o guerreiro milenar. Quando ele estava no seu nível, ele sentiu algo como asfixia, uma aura terrível, como tal ele nunca tinha sentido antes.

 

Todos os seus genes, todo o seu corpo, de volta ao seu estado primal, ditado a fazer apenas uma coisa: fugir! Fugir. Fugir. Saia já daqui! Foge, foge, foge!!! Mas Nizzuchi ficou, porque se a primeira linha que ele tinha enviado para o ataque tinha conseguido se manter lutando contra esse monstro, ele também poderia. Então, ele se jogou em Romanesco, mas em vez de atacá-lo, ele passou entre as pernas. Aproveitando-se da habilidade que ele tinha adquirido ao longo dos anos, ele fingiu um ataque e passou sob o monstro gigante que seu oponente havia se tornado. Nizzuchi raspou no chão e se virou, enquanto Romanesco, sem nem perceber a ultra-poderosa bola de energia que ia atrás dele, virou-se para pegar seu oponente atual. Romanesco era nada além de uma sombra sob a luz que emanava do ataque.

 

No banco da frente, Nizzuchi podia ver o guerreiro milenar gritar de dor sob a pressão dessa bola de energia. Na verdade, Saiyajins nunca atacaram ao mesmo tempo. E certamente, não carregaram e combinaram seus ataques. A explosão que se seguiu foi tão poderosa e espectacular, que os próprios soldados sofreram perturbações em seus vôos e tiveram de se reposicionar no céu.

 

Nizzuchi cobriu o rosto, por ter a explosão ocorrido em cima dele. Que ataque poderoso, que beleza! Ele nunca tinha visto uma bola de energia mais poderosa em sua vida.

 

Mas mesmo antes de a fumaça baixar, ele ouviu... perto demais dele, para ter vindo de seu exército... Um riso que fez seu sangue gelar.

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