DB Multiverse

DBM Universo 4: Buu

Escrito por Arctika

Adaptado por Shadow the Hedgehog


Parte 1 :0
Parte 2 :12345
[Chapter Cover]
Parte 2, Capítulo 4.


Traduzido por Shadow the Hedgehog

CAPÍTULO 4

A história de uma fantástica epopeia na Terra!


Oi, amigos! É o Buu!
Vou interromper um pouquinho para contar uma história a vocês. Vocês já devem ter imaginado, pois eu lhes avisei no prólogo. Vocês entenderão meus sentimentos durante os eventos que se seguiram a este período sombrio nas mãos do Bibidi.
Absorvi alguns grandes contadores de histórias e aedos do espaço, cujos talentos usarei para contar-lhes minha aventura em seu lindo planeta azul, através de vários gêneros muito agradáveis.
Preparei para vocês um épico de proporções ainda maiores do que suas hilariantes histórias terrenas. Aqui está um pouco de pipoca!

Ato I - Buu Snow, who knew nothing (história poética)



Antes de continuar, devo admitir um elemento que me traz algumas dificuldades.

Na verdade, quando eu disse a vocês um pouco antes que vocês entenderiam meus sentimentos, há duas opções, duas perspectivas. Ou vocês têm minha impressão na época da história, ou seja, durante minhas evoluções (e, portanto, aqueles momentos penosos e dolorosos em que eu era gordo e meu cérebro cheio de ar, ou um garoto hiperativo sem sequer uma grama de conhecimento), ou vocês têm a minha perspectiva atual, do divino e majestoso Gênio no topo de toda a criação.

Ofereço-lhes a seguinte solução: em correlação com este curto épico que estão prestes a experienciar, eu os deixarei descobrir a minha forma de pensar quando eu tinha acabado de sair do casulo, naquele momento. Estejam avisados.

–Buu! Buu!

–M...Majin Buu? É você?

O que é essa vozinha estridente? Eu me viro. E vejo algo que não gosto. Buu se lembra. Ele, ele me lembra do feiticeiro malvado que me deu bolos há muito tempo. Desagradável, desagradável, porque ele abandonou Buu, deixou no escuro, ele se esqueceu de mim! E ele me lembra disso! Mas ei, não é ele...Buu está feliz por ele tê-lo libertado e foi ele quem o chamou. Buu vai dar uma chance a ele. Buu vai ouvi-lo.

Na verdade, não, é insuportável. Eu tomo as rédeas de volta. Se vocês quiserem qualidade, será melhor assim. Se eu ler uma única reclamação, jogo um planeta em vocês. Estejam avisados.


Então vamos voltar para nossas ovelhas…

Era uma vez, em um tempo memorável,

O despertar tão almejado, tão desejado,

Cinco milhões de anos, nessa pausa detestável,

Até que finalmente, o Gênio foi libertado.

Essa criatura era eu, bom, penso eu…

Eu era apenas um idiota, naquela época, empacotado,

Que em um casulo à moda antiga, tinha sido enclausurado,

Para dar descanso a um mago preocupado,

Que, por um momento, quis ficar animado.

Eu fui libertado por seu filho, um clone grotesco,

Que queria vingar seu pai de um deus frágil,

E escravizar o universo gigantesco.

Um inseto ambicioso. Mas que imbecil!

Para ser franco, o imbecil era eu, naquele ponto...

Respirando de novo, fui forçado novamente

A lutar sob a ameaça de outro aprisionamento,

Como uma grande marionete, a este verme fui obediente,

Feliz por brincar, uma criança sem pensamento.

Eu acertei um demônio vermelho não muito forte primeiro,

Em seguida, joguei fora um jovem magrelo de cabelo amarelo.

Eu venci o deus patético, fraco era seu corpo frágil,

E o fiz rastejar aos pés do meu mestre, o clone derradeiro.

No começo fiquei encantado, mas não havia esquecido como fiquei emocionado…

Depois, engoli o demônio persistente como uma bolacha,

E lutei pela primeira vez com Vegeta, com uma bela trapaça.

Ele deu tudo de si, mas morreu em vão, o que já era insuspeito.

Depois do Babidi, viajei o mundo, esse bufê perfeito.

Nós rastreamos três indivíduos que Babidi tinha visto,

Eles se opuseram a ele, ficou furioso. E me xingou bastante.

Pensei no meu ressentimento, quando fomos interrompidos

Por outro cara com seu cabelo pintado de ouro brilhante.

Clicou, senti a emoção de uma luta intensa, foi um show…

Por alguns minutos, o confronto foi emocionante.

Seu cabelo estava comprido, seu poder fora do comum.

Ele era meu igual, mas não durou muito, só um instante.

Ele fugiu, minha decepção foi amarga, o vencedor? Nenhum.

Babidi teve um ataque, eu não aguentava mais. Com um gesto repentino,

Eu o agarrei pela garganta. Eu tinha aproveitado todos os seus ensinos,

E era hora de aplacar meu ódio por aqueles tempos antigos.

Eu o aniquilei e, a partir daí, foi o meu ponto alto, finalmente sozinho.

ATO II - A liberdade! (história narrativa)


Depois que Babidi foi eliminado, lembro-me do alívio que senti. Este inseto insuportável ficou gritando comigo e me insultando. Ele me chamou de escravo incapaz, peso morto, estúpido, lento e gordo. Uma pena para ele, descobriu do jeito difícil que eu estava muito sensível. E apesar da minha falta de inteligência, eu estava aprendendo. Estava aprendendo muito rápido.

Depois que me livrei dele, eu não tinha dúvidas. O cara de cabelo amarelo muito comprido havia me prometido uma luta contra adversários mais durões do que ele e que poderiam me vencer. Nem preciso dizer o quão emocionado eu fiquei ao ouvir isso. Mas, na verdade, e se...É exatamente esse o propósito deste capítulo!

Quando ele me contou sobre esses caras, que ele garantiu que eram muito fortes, fiquei realmente em êxtase. Babidi refreou meu entusiasmo, o que aumentou meu ressentimento. Mas essa luta que eu acabei de travar contra ele, aquele tal Son Goku...o fato de ter oponentes que conseguiam resistir e até me infligir muitos danos...lembro-me de sentir isso há muito tempo, em um sonho muito distante... Vegeta mal conseguiu me fazer tremer, apesar do seu suicídio. Mas esse tal outro lutador...se for realmente mais forte que ele...enfrentá-lo já tinha sido muito divertido, eu realmente estava no paraíso!

Mas eu já não conseguia mais me lembrar do pedido dele. Não mate todo mundo, eu acho? Mas bem, ele também me pediu para esperar dois dias. Era muita coisa. E depois de passar todo esse tempo naquela bola imunda, eu não perderia um único segundo ficando entediado.

Por um dia inteiro, eu viajei o mundo, cruzando a superfície para me distrair, para me divertir. Corri por cidades, explodi várias delas, transformei terráqueos em salada de doces e até fiz para mim uma casa de barro humano!

Em uma das minhas paradas, vi um pequeno humano caminhando por uma trilha. Parando na frente dele, eu levantei meu punho, gritando para assustá-lo. Adorava ver as pessoas apavoradas na minha frente. Mas, para a minha surpresa, ele não se assustou. Sem reação. Pelo contrário, abriu um grande sorriso. Ele estava com os olhos fechados. Nem passou pela minha cabeça a possibilidade de que: ele se recusou a olhar para mim, e fingiu que não me conhecia, enquanto o planeta inteiro me temia. Fiquei furioso, não entendi.

Ele me explicou que era cego. Que ele nunca viu nada desde que nasceu. Em algum lugar no fundo da minha mente, pensei comigo mesmo que eu era um pouco parecido. Quando fui libertado por Babidi, após cinco milhões de anos trancado nas trevas, era como se estivesse vendo pela primeira vez. Durante todos aqueles milhões de anos, eu havia perdido o uso dos meus sentidos, eu era apenas uma papa sem forma que se espatifou nas paredes, sonolenta e desesperada. Foi apenas um motivo oculto, que o bebê gordo que eu era não conseguia compreender em toda a sua complexidade, mas foi sem dúvida o que motivou meu primeiro ato de bondade. Este início de altruísmo, que Satan desenvolveu grandemente mais tarde.

Decidi, sob o pretexto de aterrorizá-lo, restaurar sua visão com meus poderes de cura. Vendo a personificação da destruição e do cataclismo diante dele, ele iria correr a toda velocidade e eu me divertiria jogando bolas de energia nele ao seu redor.

Mas não. Ele me agarrou e me agradeceu de todo o coração, me abraçando. Eu fiquei maravilhado. Nem Bibidi e nem Babidi nunca me fizeram um gesto de afeto. Assim que saí do meu casulo, todos os seres que encontrei me insultaram, queriam fazer de mim seu brinquedo ou queriam me matar. E aí, esse garotinho não reagiu como nenhum dos outros terráqueos. Ele não tinha aquele olhar preocupado, aterrorizado e ameaçador. Foi um olhar cheio de admiração e gratidão. E me senti bem, pela primeira vez na vida.

Estranhamente, eu tinha momentaneamente perdido toda a ideia de violência. Essa criança simpatizou comigo e me achou bonito. Eu gostei de conversar com ele. Quando ele me disse que queria leite, fui buscar um pouco...do meu jeito. Eu ainda era um chiclete pervertido pela deliciosa erradicação e sofrimento dos seres vivos. Eu não iria quebrar a cabeça. Apenas transformei um humano normal e o dei a este pequeno antes de partir. Mas foi meu único ato de bondade antes do Satan. Cinco minutos depois, explodi uma cidade no meu caminho, porque era divertido.

Voltando de um de meus ataques sanguinários, tive o prazer de ver um humano esperando por mim em minha casa. Este encontro mudaria o curso do meu destino, assim como dos outros guerreiros da Terra. Esse Satan me divertiu muito e decidi mantê-lo como animal de estimação.

Mas aos poucos, apesar de suas tentativas engraçadas de me machucar, ele me apresentou à bondade e à gentileza. Quando ele me pediu para cuidar de um cachorrinho, que não tinha medo de mim e, pelo contrário, se apegou a mim, voltei a sentir esse brilho em meu ser, o mesmo que com aquela criança . Como raios caindo violentamente, um novo sentimento tomou conta de mim: o amor. Mas não eu soubesse, porque embora gostasse do Satan e daquele cachorro, não conseguia nomear essa sensação que invadiu minha mente. Eu estava começando a me preocupar com eles, mas era por puro egoísmo? Ou por uma comovente ingenuidade infantil? De qualquer forma, esse amor é o amor que você recebe. Quando você viveu toda a sua vida sujeito a indivíduos imundos e inescrupulosos que o manipulam, tornar-se alguém importante, alguém que importa aos olhos de outra pessoa, transforma-o em um novo ser. Com Bibidi e depois com seu filho, aprendi a matar para me divertir, como um jogo de recreio. Como fui recompensado com doces, aprendi a me deleitar com o terror e a dor dos outros.

Mas Satan me ensinou o valor das coisas. Por este carinho que ele me trouxe, por esta alegria de viver e por este entusiasmo que me transmitiu, começou a ocorrer em mim uma cisma. Os feitiços mágicos que me constituíam eram originalmente um emaranhado de fórmulas malignas que de maneira alguma antecipavam qualquer emoção altruísta, muito menos amigável. Mas eu não era apenas uma base flexível, eu era algo muito além de qualquer coisa que o lixo do bruxo Bibidi pudesse prever.

Em meu corpo, dois mundos incompatíveis se chocaram: a fonte do mal absoluto, a soma de todas as ondas negativas da vida desde tempos esquecidos, condensadas em um monte de feitiços complexos, e as contribuições da minha evolução, graças à habilidade de absorção, bem como os efeitos do meu relacionamento com Satan.

Eu pensei que estava no controle. Ainda me pergunto como minha vida seria agora, se eu tivesse conseguido empurrar o mal de volta para dentro. Era impossível, porque era um ódio cumulativo de vários milhões de anos, mas a vida teria sido diferente.

Sob o efeito da raiva e da fúria, todas as ondas negativas que estavam em mim foram liberadas para fora. Já não era mais uma luta interna, mas uma nova ameaça para o mundo. Eu finalmente fui limpo de todas as minhas malícias e agora eu era um bom ser, de certa forma. Mas no céu, flutuando alguns metros mais alto, estava uma nova encarnação do mal, esguio e cruel.

Daquele momento em diante, fica mais difícil para eu continuar esta história na mesma linha. Afinal, agora eu era um em dois.
Se é que entende o que quero dizer. O que posso dizer é que agora era uma luta entre o bem e o mal. Essas são noções supérfluas para mim agora, no sentido de que estou tão acima disso que elas me parecem abstratas, sem sentido.
Mas o mal prevaleceu naquele dia e deu origem ao fundamento da humilde divindade do início desta história. Um ser de pura malícia, um lutador experiente, pronto para fazer qualquer coisa para lutar...e ser o último sobrevivente de um conflito implacável.
Caros leitores, peço que se levantem, levantem os braços para o céu e cantem comigo o ato 3, uma ode à magnificência do futuro e do eu atual ... Meu verdadeiro renascimento!

ATO III - O nascimento do guerreiro supremo (história musical)


(Nota: tente ouvir minha música no meu tema!)

É isso...Aqui estamos...Finalmente aqui estamos...

O momento que todos esperavam pelas páginas...

Adeus ao grande balão, fortão, porém estúpido,

Agora a história...está à minha vantagem!



Primeiro o magrelo ósseo velho, não muito lisonjeiro,

Eu tirei toda a força da cabeça do gorducho idiota;

Esse eu legal queria lutar, com sua fraqueza hedionda,

Retornei seu próprio ataque, aproveitei-o à vontade.

Foi o momento chave, naquela hora não tive dúvidas

Do êxtase que levaria à minha deliciosa existência,

O anoréxico, o obeso...Astalavista!

Era o ano 0...o ano do nascimento divino!



Curvem-se, insetos miseráveis e tremam!

Porque chegou a hora do todo-poderoso Super Buu!

Todo o universo estremece e chora em desespero

Por causa do Gênio malicioso, você nunca vai superar!



Foi o pontapé inicial. Uma forma olímpica, um corpo atlético,

Não há mais desejo, exceto colocar uma correção severa

No auge dos guerreiros deste planeta deplorável,

A promessa dessa luta me eletrizou de emoção.

Antes de partir, matei os dois terráqueos que me criaram,

Pelo puro prazer de meus novos poderes imbatíveis.

Eu deixei Satan viver, em mim sua memória estava ancorada,

Mas estava tudo bem, ele iria testemunhar minha força intransponível.



Curvem-se, insetos miseráveis e tremam!

Porque chegou a hora do todo-poderoso Super Buu!

Todo o universo estremece e chora em desespero

Por causa do Gênio malicioso, você nunca vai superar!



Eu pude identificar as forças, fui ver quem eram os fortes,

Disseram-me para esperar, mas ... QUERIA LUTAR!

Eu assustei o feijão verde, ele aceitou, timidamente,

Depois de massacrar 99,9% dos humanos beligerantes.

Eu tinha concordado em esperar, mas uma besta terrestre veio,

Ela me irritou, eu a transformei em um ovo velho e pisei.

Eu só queria me soltar sem qualquer restrição,

E entrei no mundo branco, enfrentando meu destino.



Curvem-se, insetos miseráveis e tremam!

Porque chegou a hora do todo-poderoso Super Buu!

Todo o universo estremece e chora em desespero

Por causa do Gênio malicioso, você nunca vai superar!



No começo, fiquei desapontado porque eles eram dois garotos com falação.

Eu não gostava de ser ridicularizado, queria dar tudo de mim.

Decepcionado com esta farsa, estava prestes a pregar o bico para sempre,

Quando essas crianças me surpreenderam com o aparecimento do meu rival nato.

Este Gotenks imaturo, mas dominador, era o que eu precisava;

Eu estava pronto, meu corpo de guerreiro queria massacrá-lo.

Ele estava gritando comigo que queria vingar sua mãe, me fazer em pedaços,

Mas deixe ele vir e lutar, e como ela, farei um omelete deles.



Curvem-se, insetos miseráveis e tremam!

Porque chegou a hora do todo-poderoso Super Buu!

Todo o universo estremece e chora em desespero

Por causa do Gênio malicioso, você nunca vai superar!

Vocês gostaram?

Até agora, compartilhei com vocês várias cenas da minha existência na Terra. Minha vida como uma grande baleia, meus sentimentos e meu renascimento como o ser divino que sou hoje. Por fim, a massa que usei para me modelar com as absorções.

Para ser honesto, este capítulo deveria relatar minhas impressões e meus sentimentos durante minha aventura, mas é difícil de narrar. Por um lado, porque vocês já a conhecem. Por outro lado, porque é incrivelmente longa.

Eu li seus comentários, ó terráqueos desta realidade normal e...monótona. Sério, você ainda não conheceu nenhum alienígena? Em casa, existem centenas de milhões (não dê ouvidos aos Kaioh-shins do resto da saga, não existem apenas trinta planetas habitados...adicione dez zeros). Fique tranquilo, poucos de vocês merecem se tornar um jantar saudável. Mas não descanse sobre os louros! Se você quer ser digno de fazer parte de mim, tem que se esforçar bastante!

Neste ponto da história, eu apresentei a vocês um pequeno épico recontando meus primeiros momentos fora da minha cabeça, seguido por um texto narrativo e, em seguida, uma música dinâmica. Mas eu suspeito que vocês desejam meu sentimento real e profundo. Bem, que assim seja. O estilo agora voltará a ser na passagem do escritor humano, que eu até gosto. Mesmo que vocês tenham gostado dos outros estilos, agora é hora de começar a trabalhar sério...na minha verdadeira história.

Vou deixar de lado os momentos sem importância. No início, eu estava planejando um capítulo muito longo para contar minha história, mas não é tão rebuscado. Eu queria fazer uma apresentação teatral para vocês, mas, sejamos sinceros... eu sou melhor que isso!

Portanto, você terá este capítulo e, em seguida, o próximo. E ... talvez mais um. Nada está destinado ainda. Eu não vejo o futuro. Ou...quem sabe?

Cinco milhões de anos se passaram.

Uma eternidade que parecia ainda mais longa do que isso, trancado, sozinho, sem ninguém ao meu lado, sem bolos, sem entretenimento.

Todo esse tempo, eu permaneci dormindo, prostrado sobre mim mesmo. Tudo o que pude fazer, por todos esses milênios, foi me contorcer em meu casulo, mudar a forma do meu corpo para descansar melhor e dormir. De novo e de novo.

Minha energia havia murchado com o tempo. Eu não era mais o monstro poderoso que era quando nasci. Eu me sentia fraco e miserável. Não sobrou nada de mim, exceto uma massa informe de gelatina rosa, e eu estava chorando. Novamente. E sempre.

Então veio aquele dia abençoado que nunca parecia amanhecer. Uma onda de vigor percorreu meu corpo, percorrendo cada célula, me intoxicando em gloriosa euforia. Tornei-me nada mais que fumaça, ocupando todos os espaços da minha prisão, e essa nuvem rosada foi atravessada por raios causados ​​pela intensa energia que me alimentava. Eu rapidamente acumulei o poder de lutadores de coração puro que estavam ligados ao meu sistema de colheita, e que poder!

Em questão de momentos, recuperei todas as minhas forças, bem como minha vitalidade. Se eu tivesse sido libertado mais tarde, certamente teria murchado, pois meu desejo de viver não era forte o suficiente e meu corpo não teria suportado. Todo esse tempo acorrentado neste casulo tinha roubado minha força e minha vontade de existir. Um bebê abandonado e rejeitado, cochilando sem esperança de ver o lado de fora novamente.

No entanto, de volta ao auge de minhas habilidades, me senti pronto para erguer mundos inteiros com uma mão e jogá-los sobre os outros apenas para fazer meu corpo falar!

Quando finalmente me livrei daquele caroço, eu ainda estava na forma de vapor. Cada uma das minhas células saboreava o contato com o ar livre, o frescor da atmosfera e o vento que as acariciava. Mas o que eu mais queria era me mexer. Poder me divertir. Lutar.

Recuperando-me, reconheci um dos indivíduos lá embaixo. Ele parecia aquele que me colocou naquela gaiola, aquele mago miserável em quem confiei na época. Meu ressentimento não se extinguiu, pelo contrário, a chama da minha raiva era inextinguível. Mas esse inseto controlou meu ardor quando disse que poderia me prender novamente, a qualquer momento.

Deixando meu coração infantil falar, eu momentaneamente esqueci minha fúria para poder brincar com os poderosos lutadores próximos. Explodi o rosto de um demônio, Dabura, a mando do bruxo Babidi, depois humilhei um cara de cabelos amarelos, que se achava rápido. Aquele que se tornaria um dos meus maiores, mais valentes e estimulantes oponentes. Ele não resistiu ao meu poder por muito tempo e eu estava longe de estar levando a sério. Depois de mandá-lo para o outro lado do espaço, massacrei o pequeno ser junto com ele, aquele que Babidi chamou de Kaioh-shin.

No entanto, quando chegou a hora de devorá-lo, a nave de Babidi explodiu com um estrondo. Revelando um homem chamado Vegeta, também um cara de cabelos amarelos, outro soldado do mago. Este homem me insultou. Estúpido como eu era, não entendi de imediato. Quando Babidi me explicou, eu fiquei furioso e aniquilei a área ao meu redor em um raio de um quilômetro. Eu não estava nem perto da minha força total, mas o verme amarelo estava coberto de sangue e estava cambalenado de pé. Eu me diverti com a sua resistência inútil, brinquei com ele por um tempo. Quando estava quase terminando, outro verme interrompeu meu prazer infantil e me atingiu de surpresa.

Enquanto eu narro esses momentos, você precisa entender a importância desses encontros. Antes, o único cara que me causou sérios danos não resistiu a mim por muito tempo, cinco milhões de anos atrás. Mas ele foi o gatilho para a minha existência de absorção e, graças ao rumo dos acontecimentos, eu finalmente iria experimentar as maiores lutas que já tive, contra os personagens mais incríveis da história universal...Os saiyajins da Terra!

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