DB Multiverse

Hanasia, Rainha dos Saiyajins

Escrito por Salagir

Adaptado por Mulekda, Carinha e Gokan

Esta história se passa no planeta dos Saiyajins, bem antes de eles serem a população assassina que pôs medo na galáxia inteira, na era do Rei Vegeta...
Se você já se perguntou como essas pessoas tão poderosas viviam em comunidade, se você quer conhecer qual foi destino dos guerreiros milenares antes do Broly, se as aventuras de uma lutadora frenética e emocional em um mundo de valentões tentá-lo, entre no mundo da saga de Hanasia.


Parte 1 :123
Parte 2 :4567891011121314151617
Parte 3 :181920
[Chapter Cover]
Parte 3, Capítulo 20.

Tradução: Gokan

 

As Ordens do Rei

 

Os sons que podiam ser ouvidos não eram algo que qualquer um poderia simular. No entanto, Chilled estava fazendo. Não era diferente do rangido de máquinas enferrujadas funcionando, ou o som de um motor fraco, não que os saiyajins haviam ouvido o som de qualquer coisa perto disso. Estranhamente, o grito efêmero parecia distorcido.

Mas uma coisa estava clara. Esses sons estranhos significavam a morte de seu oponente. Ele então tombou, caindo no chão. Hanasia o seguiu.

Não… Ele ainda não estava morto. Seus olhos balançaram, abertos. Ainda mais espantoso foi que, entre esses estranhos gritos, ele falou. Isto é, para si mesmo.

— Eu não… Eu não posso… não posso ser derrotado… impossível… isso não pode…

— Você foi. disse Hanasia. Ela então preparou o punho. Ela cortaria a garganta, se necessário. Ele tinha que morrer.

Ela golpeou, forte, realmente com muita força. Uma onda de choque foi produzida, rachaduras estavam se formando no chão, e destroços de casas espalhadas como resultado. Ele tinha sido decapitado.

 

De volta aos Tsufurujins, o alívio era uma palavra fraca para descrever o humor geral.

— Maravilhoso!

— Boa garota! Essa é a nossa saiyajin!

— Ela o matou… O matou! Nunca um Demônio do Frio foi morto por qualquer outro que não seja da sua raça até hoje!

— Mesmo?

— É o que nossos registros dizem, mas é altamente provável que o império dos Demônios do Frio tenha reescrito a história. Em todo caso, se tivesse acontecido recentemente, você sabe, dentro dos milênios passados, nós definitivamente teríamos conhecimento sobre isso através das redes estrangeiras. Mas eu realizei uma pesquisa completa, você sabe. Nada.

— Ela fez bem em atacar quando o fez. Podíamos ver que ela o matou quando seu poder estava aumentando exponencialmente. Ela não poderia ter saído no topo se ela tivesse deixado ele passar por sua transformação.

— Sim, olhe para as filmagens. Já que ele estava se transformando, todas as suas feridas estavam se curando!

— Enviem nossas equipes. Precisamos tomar posse do corpo. Entre em contato com o conselheiro.

 

Na nave de Chilled, tudo o que restava era a tripulação de voo. Eles não eram nem uma dúzia. E eles tremiam em suas botas. Seu senhor estava morto, e isso não poderia ter acontecido. Eles estavam em um território hostil, o centro de atenção dos nativos, que são capazes de atirar feixes de energia. E sua nave não foi construída para batalha. Que triste ironia. Uma nave de guerra parecia desnecessária quando você tinha um Demônio do Frio que poderia sobreviver brincando no vácuo do espaço para aniquilar qualquer nave inimiga. Mas agora…

— Já terminamos? Apresse-se já!

— Sim, eu mandei todas as imagens dos acontecimentos ocorridos aqui, mas não vamos conseguir uma resposta por várias horas!

— Então vamos embora daqui.

— Você é louco? Se fizermos o menor movimento, eles nos atacarão.

— Temos de sair o mais rápido possível, passando para fora da atmosfera. Depois de alguns quilômetros, estaremos a salvo.

— Eles vão ouvir os motores ligando!

— Não podemos ficar aqui!

 

— Meu senhor, você está vivo?

Ele estava. Ele quase teve dificuldade em acreditar. Sua notável resistência tinha feito ele manter seu status como rei dos saiyajins por algumas semanas até agora. Mas ele já estava nos últimos dias de seu reinado. É claro que alguns saiyajins haviam reinado por períodos ainda mais curtos, mas ainda assim. Ele tentou colocar a mão em seu estômago para medir o dano feito a ele, mas ele não podia movê-la. Não era por estar estivesse enterrado profundamente dentro de espessos escombros, mas porque que ele tinha perdido o controle sobre ele mesmo. Ele tentou mover seus outros membros, apenas para descobrir que ele só podia inclinar a cabeça. Um pouco para a esquerda, um pouco mais para a direita, e ele podia ver seu conselheiro, que estava flutuando na frente dele.

— Meu senhor, você tem uma ordem final para dar antes de termos tempo para encontrar um novo rei, uma urgente, eu poderia acrescentar. Você poderia me ajudar com isso?

"Você é apenas um espião vendido aos Tsufurujins", o rei diria caso ele tivesse força para falar. Então, ele acenou com a cabeça, não querendo morrer ali, preso nos restos de uma parede de castelo. Ele queria saber o que havia acontecido ali, e como a besta tinha sido derrotada.

O conselheiro libertou o rei das restrições que foram as ruínas ao melhor de suas habilidades, colocou-o de costas e voou para o local da batalha. Este pequeno momento foi dolorosamente doloroso para o monarca, mas ele era um saiyajin.

 

Vários saiyans haviam agora se reunido em torno de Hanasia, cuja transformação tinha se esgotado. A maioria deles voou. Quase todo mundo da capital poderia.

 

— Você é muito forte!. disse um dos saiyajins

— Você foi incrível lá fora!

— De onde você é? Não daqui, disse outro enquanto agarrava um pedaço de sua roupa, visivelmente diferente do que eles estavam acostumados a usar. Enquanto ela usava um pedaço áspero de pele de animal, todos usavam togas muito mais refinadas, que não cheiravam tão forte nem coçavam.

— Diga, você é a guerreira milenar?

— Saiyajin, qual é o seu nome?

— Onde você aprendeu a lutar?

— Saiyajin, como você fez a coisa com a luz?

— Ei, você gosta de saiyajns grandes como eu?

Apesar da destruição, apesar das centenas de mortes, eles estavam todos excitados com a batalha que se desenrolou, e com ela. Hanasia, no entanto, que nunca tinha viajado tão longe, que deveria ter ficado impressionada com a visão da capital, estava internamente sofrendo com a morte daqueles que caíram.

Ela ergueu a cabeça para ver chegando um par estranho; um saiyajin carregando outro à beira da morte.

— O rei! exclamou um saiyajin bem ao lado dela. A dupla desceu até o grupo e o conselheiro começou a falar.

— O rei tem algumas ordens a declarar antes de morrer. Devemos levar os corpos dos invasores para o castelo. Aqueles que sobreviveram devem ser deixados vivos. E, finalmente, temos que nos apropriar deste veículo voador.

De repente, a nave começou a tremer e emitir um ruído alto. Ela estava prestes a escapar.

— Todos! Agarrem-se nas laterais, mas não quebrem! Coloque-sem ao redor dele para impedi-lo de ir aonde quer!

Todos eles, entusiasmados, se jogaram na nave enquanto ela decolava. Então, todos os que estavam nela começaram a empurrá-la para o chão. As paredes eram resilientes, dado que é capaz de entrar na atmosfera. Como tal, as paredes não quebraram com a pressão. Algumas partes, no entanto, dobraram um pouco. Os Saiyajins empurraram um pouco mais forte e de repente levaram a melhor, fazendo a nave cair na planície mais próxima da capital. Os motores pararam e os navegadores lamentaram não ter deuses nem demônios para orar.

— Nós temos muito o que fazer. Analisando e decifrando tudo o que há para saber sobre o corpo deste monstro. Medique os sobreviventes se possível e interrogue-os. Contate os sistemas externos em que podemos confiar, forme um conselho para decidir nossas ações futuras. Devemos declarar uma guerra total contra os Demônios do Frio e desfilar com orgulho os restos de um deles, ou vamos apenas enterrar tudo debaixo do tapete na esperança de que possamos ficar livres de preocupações pelo tempo que eles levam para investigar isso...?

Isso mesmo, essa vitória foi apenas o começo. Os outros Tsufurujins ponderaram o que isso poderia significar para o futuro deles...

— Nada mais será o mesmo, disse Abricota para si mesma.

 

Os saiyajins que cercaram a nave como uma rede de pesca viva de acordo com o comando do conselheiro fizeram seu caminho em direção ao mar de forma aleatória, mas suficientemente precisa. Outros pegaram os corpos dos invasores, animais vestidos de aparência estranha, e os empilharam. Um deles, ao notar que o alienígena que apanhara ainda respirava, olhou para a esquerda e para a direita antes de partir o pescoço, sussurrando: «Toma isso, monstro! »E jogou o cadáver na pilha.

Se não fosse o Rei, ninguém teria prestado atenção ao corpo do saiyajin morrendo no chão. Mas por causa de seu status, alguns dos saiyajin que ocupavam uma posição no castelo o cercaram. Hanasia se aproximou deles e viu os olhos do rei se voltarem para ela. Era óbvio que ele tinha apenas alguns minutos restantes. Mas seu olhar era poderoso, vivo e também cheio de dor visto as circunstâncias. Ele era o rei. Ele tinha o dobro da idade dela e vivia para lutar muito mais batalhas. Ao olhar para ela, ele reconhecia sua força e queria passar o resto de seu tempo vivo com os olhos nela.

Hanasia ajoelhou-se ao lado dele para pegá-lo pela mão, um gesto geralmente reservado para amigos próximos ou familiares. Sua perspicácia de Super Saiyajin a fez entender naquele simples gesto ainda mais informações sobre o rei moribundo. Ela podia sentir cada pedaço de vida restante em seu corpo, cada pulso, sua respiração, o sangue fluindo por suas veias. Ela podia sentir tudo. Conhecer o sentimento de um homem durante seus últimos minutos foi tanto um presente quanto uma maldição que torturou o empático saiyajin.

O rei a viu chorar e morreu desapontado.

— Você é a nova Rainha dos Saiyans, disse uma voz atrás dela. Esse intruso estava ciente do fato de que o rei acabara de morrer? Ou ele simplesmente não se importaria?

— Não, respondeu ela, virando-se para ver que era o conselheiro do rei quem falava. Eu não estou interessada.

— Pelo menos fique aqui um pouco, ele finalizou enquanto decolava. Afinal, devemos um banquete a você. Você é muito bem-vinda ao castelo. E então ele voou em direção ao mar.

Hanasia se levantou e voou para longe para evitar mais perguntas e congratulações de outros saiyajins. Ela rapidamente se mudou para outra parte da cidade e pousou discretamente entre duas estruturas. Nesse lugar, ninguém prestava atenção nela. Todos os outros estavam falando sobre o que tinha acontecido ou voaram para o local de pouso.

Algo sobre a capital encheu Hanasia de admiração. Cada casa se encaixava, e cada uma foi estruturada de forma a pavimentar adequadamente as ruas e estradas. Essencialmente, tudo foi projetado de forma muito eficiente. Além disso, todas as casas pareciam ser construídas igualmente umas das outras. Enquanto em uma aldeia você pode encontrar sinais de acidentes desagradáveis, aqui cada casa estava livre da menor rachadura. Tudo foi construído para durar, finalizado e consertado pelos mais habilidosos saiyajins em construção.

Mas, a população era densa demais para as pessoas fazerem sua própria caça. As planícies circunvizinhas deveriam estar desprovidas de qualquer presa, considerando a escala da população. Claramente, a capital foi organizada de forma diferente.

Hanasia já havia alcançado seu terceiro “espaço público”. Entre as casas, ela descobriu uma área aberta e quase estética, repleta de plantas, cadeiras e mesas. Aqui as pessoas se encontravam o tempo todo, já que a maioria ficava em casa apenas para dormir, se proteger das intempéries ou passar algum tempo sozinho. Neste espaço, passou a existir um local aberto, abandonado por quem quer ver o que aconteceu.

Embora não houvesse fogo na área, havia carne grelhada diferente de todas que ela já tinha visto antes, acompanhada por frutas das quais ela não conhecia. Ela se aproximou de uma mesa e deu uma chance.

— Ei! gritou uma garotinha saiyajin a duas mesas de distância. Quem te convidou? Obviamente, a menina não sabia voar e preferia aproveitar a ausência de todos para fazer o banquete só para ela. Melhor do que correr pela cidade e correr o risco de ser esmagada. Raciocínio justo.

— Eu me intrometi, respondeu Hanasia de boca cheia, agarrando o que podia com a mão livre. Ela não sabia o que estava comendo, mas eles estavam descendo pela garganta de qualquer maneira.

— Sai daqui, camponês! gritou a pirralha, cuspindo uvas a cada sílaba. Este é meu aniversário e você não foi convidada!

— Feliz aniversário, continuou Hanasia pegando um copo contendo um líquido opaco. O vidro era surpreendentemente bem trabalhado, e o mesmo poderia ser dito dos pratos sobre a mesa. Na aldeia de Hanasia, os recipientes eram feitos de tudo o que as pessoas podiam catar. Para os copos, as pessoas cortariam chifres de feras. Em seguida, eles seriam colados em mesas de madeira, todos eventualmente acabariam inúteis devido aos buracos formados, exigindo constantes substituições. Mas aqui, o fundo era plano e a capacidade generosa. Quanta eficiência! E ela bebeu. Ela nunca tinha provado nada parecido. Não era apenas suco de fruta. Tinha um pouco de tempero, mas ainda estava bom.

— Bem! Eu mesma vou expulsar você!

A menina se jogou sobre ela, mas foi bem-vinda pelo pé estendido de Hanasia. Ela jogou os braços em todas as direções, mas o comprimento deles estava bem abaixo da perna que a separava de seu alvo. Sem sentido. Seu oponente não teve problemas em manter a distância, movendo-a de acordo com aonde a garota iria, ainda mantendo isso em seu rosto, o que era muito irritante para a aniversariante.

— Hm, outro copo.

Hanasia se moveu no ar para manter sua defesa impenetrável para pegar outra taça de vinho, que foi imediatamente engolida. Na beira da mesa, havia outra comida que ela não tinha encontrado antes. Mastigando já. Urgh, não é bom. Ela cuspiu e pegou outro prato, procurando entre os pratos que já havia experimentado. Ela acabou com um osso para mastigar, com rachadura entre os dentes. Ela então fez seu caminho para outra mesa.

— Técnica secreta de Artemis! exclamou a garotinha da cidade, que aproveitou a perna de Hanasia para se lançar em sua direção. Seus pés estavam indo direto para as costelas de seu oponente. Mas rapidamente, Hanasia se virou para o lado e foi apenas com o vazio que seus pés se conectaram. De repente, empurrada por uma mão firme, a pirralha bateu no chão.

— É idiota gritar o nome do seu ataque antes de executá-lo, comentou Hanasia enquanto pegava duas taças de vinho, ambas as quais ela tentou derramar simultaneamente em sua boca, criando uma fonte de líquido entre ela e o solo. Não importa, ele já estava cheio de sobras e respingos de líquidos de qualquer maneira, como você esperaria de qualquer festa digna.

Hanasia estava começando a se sentir estranha. E não era apenas a atração por esta nova comida, ela já havia se esquecido de suas preocupações com o Rei, o que já parecia há muito tempo para ela. Ela também sentiu que a profundidade do mundo estava flutuando, como se as casas fossem se aproximar, mas recuar, enquanto nada se movia, objetivamente falando. Ela pegou outro copo, só um desta vez, para beber devagar. Não tinha mais aquele tempero, simplesmente tinha um gosto muito bom.

— Hiiya! gritou a aniversariante, atacando sua inimiga. Ela tentou acertar alguns golpes, que foram desleixadamente defendidos. Ela continuou seu ataque, acertando alguns socos, embora sua eficácia permanecesse em dúvida. Então, ela acabou pendurada no braço de seu oponente, procedendo a mordê-lo o mais forte possível.

— Yeeouch! gritou Hanasia, largando o último copo. Hanasia tentou girar os braços em todas as direções, mas o mordedor segurou firme. Então ela a achatou no chão novamente, com a cabeça primeiro desta vez, o que só piorou as coisas, empurrando a mandíbula da garota ainda mais em seu braço e derramando metade do copo, cada uma recebendo seu próprio xingamento de Hanasia.

— Nyunyunyunyunyuuuu... sorriu a garota que não a largava, sangue escorrendo pelo queixo. Sua respiração foi interrompida brevemente depois que Hanasia enfiou o pé na barriga sem tanto controle. Então, segurando a garota com o pé, ela tentou puxar a mão vigorosamente, mas não teve efeito. A jovem cão de ataque teria preferido ser esquartejada do que ser forçada a soltá-la, o que iria acontecer eventualmente.

Hanasia então esvaziou o conteúdo de seu copo no rosto da garota, que gargarejou e bufou, soltou-a e voltou com tanta força que machucou os próprios dentes assim que se tocaram. Balançando a cabeça como um cachorro molhado faria, a pequena saiyajin lavou todo o líquido antes de se levantar para continuar sua luta. Furiosa, ela então se perguntou onde seu oponente tinha ido.

Hanasia estava bem atrás dela, em outra mesa. Ela já havia encontrado mais comida, mastigando com a boca aberta, que engoliu com outro gole. Tendo talento para multitarefa, ela olhou para sua mão, que tinha marcas de mordidas profundas. Seus músculos estavam vermelhos e dormentes, e havia até um pouco de sangue. Se ela não possuísse sua terrível resiliência natural, metade de sua mão ainda estaria na boca daquela garota.

— Você agora é minha inimiga mortal! anunciou a menina, apontando para Hanasia, que nem ligava, tendo encontrado outro copo, com o dedo. Vou te caçar até o fim do mundo se for preciso, em um ano, dez anos ou mais, se tiver que ser assim. Eu vou te matar, eu vou… Papai!! Essa garota está me incomodando!!!

Alguns saiyajins haviam acabado de retornar, desapontados com a falta de informações que puderam reunir. Eles acordaram e encontraram sua filha mais nova cuspindo sangue e, despreocupadamente, indo embora. Eles também descobriram que seu banquete aparentemente havia sido atacado (para ser honesto, seria difícil dizer a diferença, na verdade), com uma estranha comendo tudo o que ela pudesse encontrar, seus movimentos claramente sugerindo embriaguez.

 

As ondas substituiriam outras ondas. Ah! O oceano, aterrorizante, incontrolável, cheio de segredos... dos quais os saiyajins nunca se importaram. Eles estavam voando cerca de meia milha acima da superfície da água, em uma formação compacta ao redor de uma nave alienígena...

Os saiyajins estavam seguindo o conselheiro. Ele os estava guiando usando as informações que sua pulseira lhe deu. Já haviam passado várias horas. Nada demais para o grupo, que habilmente imobilizaram a nave para que não tentasse fugir novamente. Mas eles estavam ficando entediados com isso. Sem mencionar que não havia nenhuma costa para ser vista no horizonte e poderia levar várias horas até que eles encontrassem terra, muitas vezes várias centenas de quilômetros de distância, uma vez que não tinham como pilotar.

— Estamos quase lá, disse o conselheiro, sentindo o mau humor deles. Quase lá, mas onde exatamente? eles se perguntaram. Nenhuma ilha, nenhum lugar para pousar a nave.

E de repente, entre as nuvens, surgiu um gigantesco pedaço de calçada que compartilhava a cor do céu. Um enorme cubo voador, nada que qualquer um deles tivesse visto antes, além de um ou dois soldados mais velhos. Isto é, de longe, quando eles lutaram contra o Guerreiro Milenar perto da aldeia de Hanasia. Uma grande abertura quadrada os acolheu. O conselheiro entrou. Eles seguiram.

— Estamos pousando! ele disse antes que todos fizessem sua lenta descida. Os que estavam embaixo recuaram da nave e fizeram seu prisioneiro tocar o solo. Cuidado... avisou o conselheiro... Vamos nos separar! E todos sairiam correndo do buraco, que já estava se fechando. No momento em que o último Saiyajin saiu, o fechamento acelerou, para que a nave fosse deixada dentro.

— O que é isso? perguntou um saiyajin.

— Esses são os segredos do rei, respondeu o conselheiro. Não se preocupe, ninguém será capaz de encontrar a nave aqui. Mesmo você não poderia esperar encontrá-la novamente. Venha, siga-me. Eu sei o caminho de volta para a capital. Não há necessidade de mencionar isso a ninguém...

O conselheiro sabia muito bem que não poderia matar todos eles e, de qualquer forma, esse tipo de história se tornaria apenas rumores, rapidamente desmentidos pelos contadores de histórias, o que muitas vezes daria à história algum tipo de misticismo por trás deles.

Dentro da gigantesca nave tsufurujin, luzes se acenderam e o hangar foi invadido por soldados tsufurujins e robôs armados. Eles entraram na nave e levaram os tripulantes como prisioneiros.

 

Uma vez de volta ao castelo, o conselheiro pode ver a pilha de cadáveres caídos em uma grande sala, com as metades de seu líder ao lado deles. Havia também dois prisioneiros, um que segurava o estômago, feito em pedaços, e outro quase ferido.

Os tsufurujins viriam discretamente para pegar todos esses corpos durante a noite, mas esses dois monstros tinham que ir para a enfermaria repleta de equipamentos e remédios tsufurujins antes de morrer. Ele chamou os poucos saiyajins do castelo, que, como ele, estavam envolvidos.

— As ordens “do Rei” são respeitadas. Agora, vamos encontrar essa garota.

Desenhado por:

Veguito       69

PoF       14

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