Mas a esperança, sempre permanente,
Um Deus só, curioso em sua essência,
Portador de um poder ainda latente,
Força viva, pura transcendência.
Sua alma, silente, o selo então cedeu,
E o caminho fechado enfim se abriu;
A força latente desperta e ascendeu,
E as sombras eternas por fim sucumbiu.