DB Multiverse

DBM Universos do "Futuro" (12 e 14): Twin Pain

Escrito por Foenidis

Adaptado por Henrique e Felipe

Nesse mundo alternativo de onde Mirai Trunks vem, todos os nossos heróis foram mortos pelos ciborgues... Esta história conta os detalhes desses acontecimentos, sobre uma parte em comum aos universos 12 e 14.

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[Chapter Cover]

Traduzido por Henrique

Revisão por Virgílio212


O lutador careca respirou fundo. Ele não tinha outra escolha senão participar do jogo de seus torturadores.

"Não há necessidade disso… Seu rosto cretino e sujo é mais do que suficiente!", Ele rosnou.

Sem pensar duas vezes, subitamente ele estendeu as mãos à frente e gritou, criando de imediato o ataque mais poderoso que foi capaz de criar sem perder mais tempo concentrando sua energia.

“TOMA ISSO!”

Claro, o tiro, tanto precipitado e previsível errou o alvo e explodiu no meio da floresta espessa. 17 respondeu logo depois.

“Bom. AGORA É MINHA VEZ!”

O poderoso tiro do androide quase atingiu Kulilin, que se esquivou por um triz. No entanto, à sua esquiva o tinha colocado ao alcance de 18, que aproveitou a oportunidade para chutá-lo.

Kulilin teve o tempo exato de levantar para evitar a explosão de energia lançada pela loira, e, em seguida, outra evasiva de seu irmão. Ele estava ficando irritado. Esses dois adolescentes condenados estavam brincando com ele como um gato faria com alguns ratos estúpidos… apenas antes de matá-lo!

Mas ainda não acabou… já que iria morrer de qualquer forma…

Jogando o cartão de surpresa, de repente ele fugiu.

Ele olhou para trás. Claro, eles foram mais rápidos de que ele, mas isso não importava depois de tudo!

Ele virou-se no ar e colocou as duas mãos na frente de seu rosto e começou a dizer o nome de seu próximo ataque "TAI…" Infelizmente, ele não teve o tempo de dizer o resto, já que explosões violentas entraram em confronto em torno de si e o atrapalharam. Eles tinham entendido o que ele estava prestes a fazer, reconheceram o início das palavras.

Oh, bem… Ainda na mesma posição, lançou uma série de tiros em seus dois perseguidores.

Dois? … Onde estava 18?

Um golpe brutal respondeu a sua pergunta. A androide ultrapassou-o, a fim de atingi-lo com selvageria!

Ele estava caindo e não teve tempo para ficar equilibrado que, com um soco terrível, 17 o enviou de volta para a arena improvisada.

Os golpes eram difíceis. Kulilin fechou os olhos por causa da extrema violência, e o gasto de energia de antes tinha sido demais para ele. Ele agora tinha de pagar o preço total.

Sem fôlego por causa de sua tentativa e pelo duro regresso forçado, ele caiu no meio da clareira que agora exibia as cicatrizes da luta, assim como ele tinha feito. O pequeno lutador não prestou nenhuma atenção a ele, ele observava o céu, olhando para a chegada dos dois predadores implacáveis. Yamcha estava ao seu lado.

"Eu sinto muito…" gaguejou Kulilin, envergonhado.

Yamcha sorriu para ele, embora o sorriso pareceu um pouco forçado. "Tudo bem… É assim que a vida prossegue…"

O rosto de Kulilin ficou com um tom sombio, ainda mais aflito com a ironia involuntária das palavras de seu amigo. A vida era… Na verdade, à morte agora, de frente para eles. Morte com rostos angelicais, nada além da crueldade do pior tipo de Maquiavel.

E o tempo, aquele maldito tempo que se mantinha indo em um ritmo tão lento. E, no entanto, parecia ir tão rápido durante os momentos de felicidade!

17 provocou-os mais uma vez. Eles nunca se cansam de suas piadas ruins?

"Parece que vocês estão ficando cansados, não é? Bem, é verdade que não é todo mundo que tem acesso a um estoque infinito de energia. É tão útil contudo!"

Kulilin jorrou uma represália, tão mordaz quanto sua frustração.

"Bem, a energia não é a única coisa que você não parece carecer… Você também é completamente estúpido!"

18 inclinou em direção a ele com um sorriso cativante.

“Oh, Mas você é tão fofo quando você quer parecer malvado, você sabia disso?”

Kulilin ficou instável, mais uma vez. Essa menina era tão bonita, seu rosto parecia puro, aqueles olhos coloridos como o paraíso, aqueles olhos tão claros… Mesmo que ele sabia o que ela realmente era, ela parecia ter um talento para fazer ele se sentir estranho.

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