Ai, mas foi em vão… o guerreiro ao abismo tombou
E com o seu último fôlego o próprio mundo chorou
Mas cravada na sua carne, a lâmina a reluzir
Rasgou o véu do silêncio num grito a ruir
Pois aquele que jurou tê-la forjado sem receio
Provou, no desespero, o amargo sabor do medo alheio