DB Multiverse

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DBM Universo 16

Escrito por Syl & Salagir

Adaptado por Comunidade DBM PT_BR

Tradução da fanfic francesa sobre o Universo 16.

123
[Chapter Cover]

Traduzido por Akroma

Capítulo 3: Na casa de Bulma...

Vegetto acordou cedo na manhã seguinte. Aparentemente ele tinha puxado isso de Vegeta, o que não impediu seu lado Goku de chamá-lo através de seu estômago roncando alto. Ele se levantou da cama e percebeu que ChiChi já estava ocupada fazendo a comida. A memória o dizia que aquele cheiro era de arroz com frango frito, carne assada, ovos fritos e legumes com molho de soja. Seu estômago roncou de novo.

— Só mais um pouco... Vai estar pronto em quinze minutos.

Vegetto espreguiçou como se fosse um felino. ChiChi o olhou surpresa. Aparentemente, aquele não era um dos hábitos de Goku. Vegetto começou a estalar algumas articulações e a vestir a roupa que tinha tirado antes de dormir. ChiChi exclamou:

— Você não vai usar isso de novo, vai? Está usada!

— Mas eu não tenho outra coisa... — respondeu Vegetto, timidamente.

— Bem, há algumas roupas no closet que eram de Goku. — ela respondeu, foi até o quarto e voltou trazendo nas mãos o antigo uniforme de Goku.

— Aqui, isso deve servir.

Vegetto tirou a roupa sem pensar duas vezes. Afinal, ele era seu marido... E vestiu as roupas limpas. Elas pareceram um pouco grandes. ChiChi zombou:

— Goku deve ter ficado menor quando se fundiu com Vegeta!

— Não zombe de mim, ou eu vou acabar me arrependendo!

ChiChi achou aquela reação tão engraçada, tão típica de Vegeta, que ela riu mais ainda. Vegetto, vermelho como um tomate, olhou para o outro lado e cruzou os braços. ChiChi achou aquilo fofo. Ela se acalmou e disse:

— Tudo bem, me desculpe...

— Não me importo! — respondeu Vegetto, amuado.

ChiChi fez o seu melhor para não rir.

— Venha, vamos comer! Está pronto!

Vegetto se sentou e comeu mais comportadamente do que Goku jamais tinha feito. Goten e Gohan chegaram.

— Olá mãe! Olá papai! — eles disseram juntos.

— Olá queridos! — respondeu ChiChi enquanto servia seus pratos.

— Oi. — gruniu Vegetto enquanto ele engolia um pedaço de frango.

O jantar foi quieto e o único som a ser ouvido foi o dos talheres sobre os pratos. Quando um saiyajin come, ele não conversa. Quando o jantar terminou, Vegetto se levantou e disse:

— Eu estou indo ver Bulma agora. Até mais!

E, sem dizer mais nada, teleportou-se. Gohan perguntou, curioso:

— Aconteceu alguma coisa enquanto nós dormíamos?

— Não é nada, seu pai está chateado porque eu disse que ele ficou menor! — ChiChi riu.

Quando Vegetto chegou na Corporação Cápsula, o sol já estava alto no céu. Ele entrou no prédio. Bulma estava na sala de estar e, quando o viu, avançou até ele:

— É você! Como você está?

— B... Bem. — Vegetto gaguejou, surpreso.

Agora que Bulma sabia que Vegetto estava mais atraído por ela do que por ChiChi... Ela decidiu não perder a chance e, assim, seduzir seu marido o tanto quanto ela pudesse. Ela não queria perder Vegeta mais uma vez, e ela realmente não estava achando Vegetto tão diferente dele, exceto por uma personalidade mais suave. Ela pediu que ele se sentasse na sala de estar.

— Você deve estar faminto. Eu vou te preparar alguma coisa.

Vegetto não contou que ele já havia comido. Afinal, ele tinha que comer por dois, então ele não viu nenhum problema em comer de novo. Eles foram até a cozinha e, só então, Trunks chegou.

— Mãe! Já é uma da tarde! Eu estou com fome!

Quando ele viu Vegetto, seu rosto endureceu e ele se afastou. O homem de cabelos pretos se sentiu extremamente desconfortável. Ele estava se perguntando como ele iria fazer Trunks aceitá-o como pai, quando Bulma interveio:

— Não ligue pra ele. Logo ele vai admitir que você não mudou tanto.

Vegetto assentiu, mas também prometeu que iria vê-lo mais tarde. Mas no momento, ele queria sua comida! Bulma o serviu um prato tipicamente ocidental: batatas fritas e feijão verde com alho e cebola, e carne assada. Vegetto se sentiu envolvido pelo cheiro da comida, e avançou sobre ela, enquanto Bulma sorria.

— Obrigado, eu estou cheio! — ele disse após terminar.

— O prazer foi meu! — ela respondeu.

Vegetto olhou para ela. Bulma ainda estava bastante em forma para sua idade. Nem um vestígio de ruga, ao contrário de ChiChi, e Vegetto sabia, graças às memórias de Vegeta, que Bulma nunca tinha recorrido à cirurgia plástica. Ele corou, absorto em seus pensamentos "maldosos". Como era possível que alguém que tinha dentro de si duas pessoas ao mesmo tempo se sentir tão atraído por uma mulher, enquanto o outro lado tentava colocar quase que um efeito repulsivo sobre ele...

Bulma riu ao supor que sabia no que Vegetto estava pensando. Ela sabia que, depois de uma boa refeição, Vegeta ficava mais inclinado a fazer certas coisas, e Vegetto parecia ter herdado mais de seus hábitos. Entretanto, ele levantou e disse:

— Eu vou ver o Trunks...

Pela primeira vez em sua vida, Bulma amaldiçoou Goku por sua personalidade fiel. Vegetto encontrou Trunks em seu quarto, ocupado brincando com robôs. Ele nem se virou quando ouviu a porta bater. Ele já sabia quem era, graças ao ki de seu pai.

Vegetto começou:

— Trunks...

— Vá embora! — respondeu agressivamente o garoto.

Vegetto suspirou.

— Olhe... Apesar do que você pensa, eu ainda sou seu pai e...

— NÃO! VOCÊ NÃO É O MEU PAI!!!

Vegetto permaneceu em silêncio, devido a surpresa. Ele esperou pelo momento certo e continuou:

— Sim, eu sou. Eu posso ser Goku, mas eu também sou Vegeta!

— Você não é como o meu pai...

— Como assim?

— Meu pai não tem esse visual feliz e imbecil! Ele também não tem essa sua personalidade idiota! Ele é duzentas vezes mais forte do que você, e cem vezes mais inteligente! Você é... Você não é nada mais do que uma mera sombra do que ele era! Eu não quero mais ver você! Você me ouviu?

Vegetto segurou Trunks pelos ombros e olhou dentro de seus olhos. Trunks sentiu toda a tristeza e a ira que suas palavras causaram em Vegetto. Pela segunda vez desde a fusão, Vegeta se expressou através de Vegetto.

— Me escute, fedelho! Eu fui obrigado a me sujeitar a isso! Você realmente acha que eu tinha alguma outra escolha para poder te salvar? Me fundir para sempre com Kakarotto era a última coisa que eu queria! Se houvesse alguma outra alternativa, eu a teria usado! Eu fui forçado a fazer isso, por tudo o que é mais sagrado, porque eu não queria que você nem sua mãe morressem! Eu estava resignado a morrer quando me sacrifiquei! Nunca mais fale comigo assim de novo ou eu vou te dar uma bela lição!

Trunks estava em choque. Ver por um momento o olhar e expressão de seu pai mexeu tanto com ele, que estava tremendo. Ele se sentou e começou a chorar. Vegetto se perguntou se externar a ira de Vegeta foi uma boa idéia, mas a ternura acabou superando a dureza e ele pegou o garoto em seus braços. Trunks, apesar de seu embaraço, o abraçou, querendo aproveitar ao máximo o segundo abraço que ele teve de seu pai desde o seu nascimento.

Depois de passar cerca de quinze minutos acalmando seu filho, Vegetto sentiu muitas emoções e Trunks estava em paz. Os dois estavam tão envergonhados que não sabiam o que dizer. Finalmente, Vegetto limpou sua garganta:

— Você está a fim de uma sessão de treinamento, como antes?

— Sim! — respondeu o garoto, entusiasmado.

E eles entraram na câmara de gravidade. Vegetto ajustou a máquina para 50 vezes a gravidade da Terra. Ele sentiu a diferença, mas não se moveu, enquanto Trunks cedeu um pouco. Eles tiraram as camisas e começaram um pequeno aquecimento: cinquenta voltas ao redor da sala, cem flexões e cem abdominais. Depois, Trunks se transformou para ficar mais à vontade. Vegetto fez o mesmo.

Trunks estava abismado com o poder de Vegetto:

— Que ki incrível! Agora eu entendo como você esmagou Buu...

— Você quer lutar? — desafiou Vegetto.

— O quê? Você está brincando comigo? Você é forte demais!

— Não se preocupe, eu não vou lutar com toda a força — Vegetto disse enquanto voltava ao normal. E continuou:

— E se você me der um golpe na cara, eu te levarei ao parque de diversões pelo resto do dia! — Vegetto ficou calado ao sentir um certo dêjávu.

— Haha! Você vai ver! — Trunks estava revigorado.

Ele se jogou contra Vegetto e tentou um gancho de direita no rosto, mas foi bloqueado. Trunks aplicou uma sequência de golpes, mas foram todos parados como se fossem nada. Ele tentou chutes também, e também em vão. Vegetto disse:

— Você é muito previsível! Eu disse que se me acertasse na cara, iria ganhar uma recompensa, então você só tenta me acertar lá! As outras partes contam também, e se você me distrair, pode ficar mais fácil atingir seu verdadeiro alvo!

E ao dizer isso, Vegetto chutou Trunks no estômago, que se dobrou e colocou a mão sobre a barriga. Então, Vegetto aplicou um golpe em seu nariz que fez seu filho cair alguns metros para longe. Trunks se levantou, soluçando:

— Você me machucou!

— Me desculpe... Eu estava tentando te mostrar sobre o que eu estava dizendo... Eu ainda irei levá-lo ao parque.

Trunks sorriu e saiu da câmara:

— Ouch... Ouch...

— Vá se limpar. — comandou Vegetto, com um sorriso na face.

— Sim, pai...

Trunks se perguntava como a família de Goten tinha reagido, mas ele estava certo de que ele iria crescer acostumado com aquilo. Suando, Vegetto usou a memória de Vegeta para chegar a seu antigo quarto, e então a seu antigo banheiro.

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Quando ele entrou, ele congelou: Bulma estava em sua cama e ela estava usando uma lingerie com cinta-liga. Quando ela o viu, deu seu mais charmoso sorriso:

— Eu estava te esperando, bonitão!

Ela se levantou e foi até seu alvo, que estava desconcertado e, claro, levemente excitado. Ela abraçou o saiyajin, que começava a corresponder o contato... Vegetto sentia muita atração por Bulma, mas agir assim revoltou o Goku dentro dele. Ele engoliu seco e disse:

— Escute, Bulma... Talvez ainda seja cedo demais...

— Cedo para quê? — ela respondeu pervertidamente, pressionando-se mais contra seu corpo...

Vegetto abriu a boca, mas nenhuma palavra saiu. Bulma apenas pressionou a parte mais íntima do corpo do saiyajin, e ele sabia que, se ela não parasse, ele não seria capaz de resistir mais. Ela ficou na ponta dos pés e o beijou sem aviso. Incapaz de resistir mais, Vegetto reagiu imediatamente. “Você quer me provocar? Que tal isso?” Ele a beijou em seu pescoço... Bulma sussurrou:

— Vegeta...

Vegetto parou bruscamente. Ele tinha escutado direito? Ele soltou Bulma, que tinha percebido seu erro. Vegetto, pálido, sussurrou:

— Como você me chamou?

Bulma não respondeu. Vegetto continuou:

— Então, desde o começo, você não considerou que eu fosse uma pessoa com meus próprios sentimentos? Mas sim como Vegeta, ou Goku, que apenas tinha mudado um pouco? É isso?

Bulma se sentiu envergonhada. Ela sabia que ela estava procurando por Vegeta em Vegetto, assim como outros estavam procurando por Goku. Ninguém havia enxergado três pessoas. Ela mordeu seus lábios.

— Escute... Eu perdi meu marido nisso, e também meu melhor amigo. Então, por favor, não me culpe por procurá-los em você, sendo que você é o resultado de suas fusões.

Vegetto olhou para ela e naquele momento ela pôde perceber aquele rosto triste que tinha pertencido a Vegeta um dia. Ele disse:

— Eu acho que vou me exilar por um tempo...

Ela gelou. Não! Ele tinha esse hábito também? Considerando os dois individualmente e seus hábitos de ocasionalmente saírem e se isolarem toda vez que alguma coisa estava errada, ele poderia acabar sumindo por meses! Ela tinha que impedi-lo!

— Pense nos seus filhos!

— Eles não são meus filhos... Eles são filhos de Goku e Vegeta! Você não concorda?

As coisas realmente não estavam indo bem. Bulma abaixou a cabeça.

— Quando você vai voltar?

— Eu não sei... — ele pegou algumas roupas de Vegeta no armário, agora curtas por sinal, as vestiu mesmo assim e saiu pela janela. Bulma se vestiu de novo e foi para a cozinha. Quando Trunks a viu, disse:

— Mãe? Onde está o meu pai?

— Ele se foi...

— Mas já? Mas... Ele passou a noite inteira com Goten! Porque ele ficou apenas algumas horas com nós? Não é justo! Quando ele vai voltar?

— Eu não sei.

Trunks suspirou, chateado. Ele planejava perguntar mais sobre os saiayjins a seu mais novo pai, aquilo que seu antigo pai nunca tinha lhe contado, certamente mais por desinteresse do que por desejo de esconder sua história. Ele pegou o telefone.

— Goten, o papai está na sua casa?

— Não, porquê?

— Ele saiu sem nenhum aviso!

— Ah... Eu te aviso quando ele voltar, certo?

— Ok! Obrigado, Goten...

— A propósito, Trunks...

— O quê?

— Se meu pai é seu pai... Isso quer dizer que nós somos irmãos?

— Ei! Isso faz sentido... Acho que nós podemos dizer isso, sim...

— Isso é muito legal, Trunks! Eu sempre quis ser seu irmão!

— É! Isso é mesmo bem legal! Bom, eu tenho que ir agora, minha mãe está chamando!

— Ok! Até!

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