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DBM Universo dos Ciborgues (14): One Way

Escrito por Foenidis

Adaptado por Felipe e Henrique

Depois da morte dos guerreiros Z descritas em Twin Pain, os Universos 12 e 14 tiveram muitos ano em comum até começarem a se diferenciar um do outro. Quais eventos levaram à vitória de Trunks em um deles, e ao reinado dos Humanos Artificiais no outro?


Parte 1 :123456789
Parte 2 :10111213141516
Parte 3 :1718192021222324
[Chapter Cover]
Parte 3, Capítulo 17.

Traduzido por Henrique


A auréola de poeira criada pelo pouso do mini jato de Bulma já havia sido liquidada há algum tempo no meio de um deserto árido. Embora largamente aberta, ninguém saiu da escotilha da cabine.

A pilota do veículo estava perdida em seus pensamentos... em suas memórias.

Por que fazer tal desvio para vir até aqui?

Bulma finalmente decidiu pular para fora e abraçar a paisagem com seus olhos.

Sob um sol ardente, ela reconheceu o local, ou melhor, o que aconteceu com ele. Porque este cenário pouco tem a ver mais com o que era quando ela tinha o visto pela primeira vez. Bem como todos os locais que registaram as batalhas dos Saiyajins. Felizmente, pelo menos ela teve a presença de espírito para escolher áreas desertas... quando eles tiveram essa escolha.

Mas dessa vez em particular, o campo de batalha não foi baseado em sua decisão. Foi um acidente feliz, na verdade; facilmente poderia ter sido uma região habitada, ou até mesmo uma cidade densamente povoada.

A vegetação rara fez um péssimo trabalho de esconder as crateras gigantescas, os restos de explosões incríveis... mas um olho treinado podia distinguir as diferenças de cor entre as formações poupadas e os vários picos que foram pulverizados, nivelados, como se tivessem sido varridos pela mão de um gigante.

Aqui, como em muitos outros lugares, o destino da Terra estava no limbo... Aqui, como em muitos outros lugares, os Saiyajins junto com os terráqueos lutaram para o futuro de um planeta inteiro. Aqui encontram-se os ecos de uma das últimas vitórias dos Guerreiros Z.

Este é sem dúvida o ar que Bulma veio para respirar no meio do nada. O resgate de detritos pouco úteis somente serviu como seu terrível álibi. Mesmo considerando a possibilidade de algo realmente sobreviver ao ataque de Vegeta, o que poderia permanecer após ser exposto a elementos naturais há mais de vinte anos?

Não, não era um pedaço de alta tecnologia que Bulma tinha olhado nesse exato momento. Era o eco de um riso em um pátio quando a carne deliciosa estava escaldante em um churrasco ... Um grupo de amigos que apreciavam o prazer de estar juntos... e...

O brilho de um céu azul sob a luz do sol ao meio-dia. A fraca trilha deixada por dois figuras que desapareceram com a distância. Mas não era grande coisa. Tudo o que tinha a fazer era seguir o seu curso, e ela acabaria batendo neles.

Sim! Lá estavam eles! Pequenas figuras perdidas na vastidão deste terreno baldio. Sem a camisa rosa que ela deu a Vegeta após o retorno de suas viagens especiais, Pual nunca teria os encontrado!

Havia apenas algum tempo para discutir mais uma vez com Yamcha antes que Tenshinhan e Chaos aparecessem. Seguido de perto por Piccolo, a menos que ele já estivesse lá antes deles. Apenas Vegeta foi capaz de captar sua presença. Finalmente, foi a vez de Kulilin e Gohan, o último que ainda era uma criança durante esses eventos, para se juntar ao grupo agora reunido.

A visão deste grupo momentaneamente deixou Bulma a mercê de suas memórias... Todos estes homens, salvaram o pequeno Gohan, tinham o fato de que eles já foram rivais de Goku pelo menos uma vez. Alguns até o consideravam seu inimigo mortal. Todos tinham, eventualmente, se tornado amigos leais dele, prontos para sacrificarem suas vidas pelo bem comum. Apenas os motivos de Vegeta eram questionáveis durante esse tempo. Ele alegou a todos que seu objetivo era apenas a espera pelo retorno de Kakarotto para que ele pudesse derrota-lo e matá-lo. Mas, durante a espera, esse assassino de sangue frio tinha se mostrado bastante civilizado... confinado a suas intermináveis horas de treinamento sem fazer sequer um barulho. Não havia maneira de saber realmente o que um dos únicos sobreviventes dos Saiyajins estava realmente pensando... ele estava realmente disposto a matar o outro único membro restante de seu povo?

Ninguém nunca vai saber. Goku finalmente morreu doente pouco depois de seu retorno à Terra, e o príncipe dos Saiyajins levou o seu segredo para o túmulo. Mas no final, a tristeza profunda, que nunca o deixou desde então valiam todas as confissões do mundo.

Bulma se afastou desses pensamentos, ela sabia que iria deslizar em considerações mais escuras. Ela sentia falta de Goku. Ela sentia falta de Vegeta. Ela sentia falta de todos eles. Sua perda não era apenas um vazio em seu ser, era um abismo. E como Trunks se foi agora, o abismo revelou-se sem fundo. Melhor manter-se do que imergir novamente.

Nada tinha mudado desde a partida de Trunks. Embora, Bulma tinha certeza de que sua primeira viagem de volta teria dado frutos e que androides teriam sido derrotados no passado a partir do qual ele voltou. Isso só pode significar uma coisa: a sua teoria sobre a formação de dimensões paralelas provou-se verdadeira. Em algum lugar, a história teria mudado, e todos ainda poderia dar boas risadas das piadas de Kulilin ou das palhaçadas de Goku.

Mas naquele dia de verão de 764, não foi exatamente o tempo para rir ... Os rostos de todos os lutadores não conseguiam parar de retorcerem no terror que eles sentiram a potência emitida pela ameaça que estava vindo direto para a Terra.

Como eles poderiam sentir que a esta distância? Ainda hoje, a jovem não conseguia entender como eles desenvolveram os seus sentidos ao ponto de sentir a força da vida de um ser vivo, muito menos de um que esteja no espaço. É uma pena ela não tinha tido tempo para fazer alguns esquemas do scouter de Raditz antes de ter sido destruído. Ela provavelmente teria sido capaz de aumentar a sua gama. Teria sido útil para ela.

Bem, útil até certo ponto. Ela não teria sido capaz de detectar os androides, independentemente do aparelho que ela usasse. Um reflexo de proteção, infelizmente, acabou tornado-se uma segunda natureza para ela, o que a fez olhar para o céu. Havia apenas dois pássaros voando e as nuvens esparsas complementando o azul sereno do céu.

O prazer de sonhar acordado fora do abrigo subterrâneo confinado e artificial era um privilégio que se tornou escasso demais. Tudo o que restou da humanidade foi uma perseguição de ganso selvagem... Caçar se tornou o esporte favorito dos dois androides assassinos, que nunca paravam.

O coração de Bulma estava cheio de raiva. Essa maldita doença terminal! Essa porcaria provavelmente foi adquirida no espaço, um mal então desconhecido para a Terra. Nada funcionava. Nem a Semente dos Deuses, ou nem mesmo misturas do Sr. Popo. Goku morreu atormentado por uma excruciante agonia em um leito de morte. Se tivesse vivido, tudo teria sido diferente! A esperança não teria sido perdida, e Vegeta e os outros teriam encontrado uma maneira de superar os seus limites mais uma vez. Todos juntos, eles teriam posto um fim nesses pesadelos mecânicos. O espectro da derrota teria passado apenas como o ano passa e a vitória poderia ter sido celebrada sem se importar com o mundo, como fizeram durante esses dias mais felizes.

Aqui está uma olhada para o passado deste futuro sombrio, durante um tempo onde a história, mais uma vez, divergiu em seu curso.

Uma sombra gigantesca de repente escureceu a paisagem, por um instante, voando sobre o pequeno grupo que só podia assistir impotentemente a chegada do tirano galáctico, que já dizimou inúmeros planetas antes.

No momento seguinte, a nave sinistra desapareceu atrás das formações abundantes da área.

O terrível, indestrutível Freeza tinha acabado de chegar na Terra!

Bulma tinha pavor de ver todos esses lutadores, que constituíram o que a Terra tinha para os seus guerreiros mais fortes, pálidos de medo sabendo do poder formidável que vinha da nave espacial.

Ela não tinha visto nada da batalha que opôs Goku e seus companheiros ao tirano em Namekusei. Foi difícil para ela imaginar que esse ser poderia inspirar tanto medo em alguém como Vegeta que ele mesmo, não muito tempo atrás, mostrou-se uma das ameaças mais terríveis que já tinha pisado no planeta!

No entanto, agora, o Príncipe dos Saiyajins, que tinha sido conhecido por seu orgulho sem limites, estava falando da derrota e do fim da Terra. Ele chegou até a proibir qualquer um de voar, de modo a evitar a captação dos scouters dos alienígenas. E todos aceitaram sua autoridade sem qualquer palavra. Até mesmo Piccolo, que durante esse tempo poderia ter sido superior em força ao Saiyajin como resultado de sua fusão com Nail...

Eles estavam apenas indo para ver o fim do mundo sem fazer nada?

Soldados começaram a voar sobre o lugar.

Uma dúzia de kis pequenos começou a dispersar-se em torno do perímetro da nave, enquanto os dois maiores não pareciam se mover.

Piccolo rosnou:

— "Começou!"

Imediatamente seguido por Vegeta:

— "Típico de Freeza, enviando os capachos para varrer a terra para ele!"

Kulilin então suspirou de alívio:

— "Então, isso significa que ele não está aqui para destruir o planeta!"

— "Aquele desgraçado! Ele deve ter aprendido com você que existem esferas do dragão aqui, também!" gritou Vegeta.

Tenshinhan acenou:

— "Isso nos dará tempo para pensar em uma estratégia!"

Naquele momento, Kulilin decolou, seguido de perto por seus companheiros:

— "Por enquanto, temos que parar esses canalhas!"

Bulma realmente não sabia como reagir, como todos eles rapidamente se dispersaram, um a um.

Praticamente sozinha com Pual, ela olhou para Vegeta, que permaneceu quieto e parecia preocupado... com uma gota de suor estalando para baixo da parte careca de sua testa. Ela não entendia mais nada. Um segundo atrás, o plano era não ser visto!

— "Mas, mas…"

Vegeta parecia não ouvir o que ela estava dizendo. A jovem se encolheu quando o chão em torno dele estalou antes de repentinamente se retirar.

A filha do Dr. Brief não sabia o que fazer...

Mais longe foram os primeiros sons de explosões de energia. Seus amigos tinham começado a lutar, a fim de evitar que os grunhidos se espalhassem por todo o globo.

O que aconteceria uma vez que o tirano tomasse parte na batalha parecia inevitável. Ela parecia entender que até mesmo os seus poderes combinados não seriam o suficiente para impedi-lo.

Pual libertou-a de seu choque, levando-a pelo pulso para o veículo que os trouxe aqui.

— "Vamos sair daqui! É perigoso!"

Antes que ela pudesse responder-lhe, a engenhoca foi pulverizada em uma explosão que lançou os dois amigos para o chão.

No momento em que a jovem levantou-se, um gigantesco monstro javali cobriu-a com sua grande sombra.

Pual bravamente queria assustar o soldado imponente coberto por escamas que surgiram a partir da nuvem de fumaça criada pela destruição do mini-jato. Alto em estatura, com algum tipo de moicano espetado erguido no topo de sua cabeça, ele riu ironicamente enquanto olhava a leitura de seu scouter:

— "Você é tão feio quanto você é patético!"

Antes de lançar com a pressão de seu polegar o blaster que decorava seu antebraço.

O ajudante de Yamcha teve apenas o tempo de formar um buraco no meio de seu corpo falso para evitar a rajada mortal diante dos olhos surpresos do soldado de Freeza. De repente, gases saíram da terra sem aviso para atacar o gigante em pé, assim gritando:

— "Senhor Freeza ordenou-nos para eliminar todos os terráqueos! Você não será exceção, verme!"

Um soco poderoso debilitou completamente o pobre Pual que encontrou-se inerte no chão.

Um grande e satisfeito sorriso deformou o estranho rosto do soldado peixe após descobrir a frágil jovem paralisada de medo que estava escondida atrás do gigante falso. O seu scouter o informou, assim o fazendo rir ainda mais forte quando, de volta no chão, ele lentamente se aproximou de sua nova presa:

— "Patética! Não há necessidade de desperdiçar energia com isso!"

Bulma não pensava em mais nada, e nem sequer respondia. Mesmo sem a capacidade de ler níveis de potência, ela sabia que não poderia escapar desse estrangeiro. A tentativa de escapar só iria deixar a sua vida mais curta. Seu coração estava batendo fora de seu peito. Que idiota! Ela veio para ver como era Freeza, e ela ia morrer sem ao menos um vislumbre dele!

Ela, no entanto, quando o soldado estava prestes a atingi-la. Ela fez uma vã tentativa de dissuadi-lo sob sua respiração:

— "Espere... se... Se você me matar... Você nunca vai encontrar a minha Esfera do Dragão..."

O soldado alto parou em suas trilhas com um olhar perplexo.

— "'Esfera do Dragão'? Você acabou de dizer 'Esfera do Dragão'?"

Ele começou a pensar em voz alta:

— "Eu ouvi algo assim do Senhor Freeza... Parecia importante para ele..."

Em um instante, ele agarrou a jovem, que não podia fazer nada para evitá-lo, pela espessura de seu monte de cabelo coroado.

— "O que você me disse pode interessar aos meus mestres... Eu poderia obter uma promoção!"

Gritando, Bulma tentou se libertar, perfurando a armadura de seu agressor com seus pequenos punhos, conforme ele apenas ria de suas tentativas de rebeldia.

— "Me solta, sua besta!"

O riso foi curiosamente interrompido antes do soldado bater violentamente contra o chão.

Bulma, que foi arrastada com a queda do homem antes dele a soltar, só teve tempo de ver dois pés de terra entre ela e o soldado antes que ele o atirasse mais longe com um pontapé extraordinário.

Seus olhos fixaram a figura sólida que tinha vindo para resgatá-la antes que ela se agachasse para examinar o corpo ainda inconsciente de Pual.

Yamcha estava aliviado; seu pequeno amigo ainda estava vivo. A raiva na voz dele ainda estava presente quando ele voltou para enfrentar o estrangeiro que agora estava novamente em seus pés:

— "Vamos ver o que você pode fazer contra um lutador de verdade, seu maldito!"

Furioso, o soldado colocou o scouter para funcionar... o que o fez rir novamente.

— "Me atacando de surpresa não funcionará de novo, seu merda! Você não vai viver o suficiente para lamentar esse erro!"

Antes que ele pudesse apontar para Yamcha com sua engenhoca, o lutador com cicatrizes já estava em cima dele!

O primeiro soco fez o soldado perder seu equilíbrio, que freneticamente acertou nada além do vazio e do ar ao seu redor. Uma cotovelada depois veio quebrando diretamente seu rosto, desestabilizando-o ainda mais dele quando ele recuou vários passos sob o impacto.

Irritado, ele limpou um filete de sangue que escorria pelo canto de seus lábios grossos conforme ele olhava para Yamcha que estava segurando sua guarda, mas com um sorriso irônico que o chamava para mais.

— "E Então? Já desistiu? Você não é tão duro contra alguém que realmente sabe como lutar, hein?!"

Essa foi a última gota... O Soldado de Freeza atirou-se como um tolo insolente gritando:

— "Você está morto!"

Com uma faísca de emoção nos olhos, Yamcha se dirigiu de volta ao seu adversário:

— "Rōgafūfūken!"

O impacto foi devastador... para o alien!

Atingido por toda a força da técnica significativa de Yamcha, para não mencionar quando o ex-bandido estava em forma após o treinamento com o Sr. Kaioh, o corpo do soldado flácido e derrotado secamente caiu contra a rocha mais próxima como uma boneca de pano.

Triunfante e orgulhoso de si mesmo, Yamcha não podia deixar de exibir-se na frente da mulher de seu coração com um sorriso de primeira classe:

— "Aw yeah! Quem é o cara?"

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