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DBM Universos do "Futuro" (12 e 14): Twin Pain

Escrito por Foenidis

Adaptado por Henrique e Felipe

Nesse mundo alternativo de onde Mirai Trunks vem, todos os nossos heróis foram mortos pelos ciborgues... Esta história conta os detalhes desses acontecimentos, sobre uma parte em comum aos universos 12 e 14.

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[Chapter Cover]

Traduzido por Henrique


Por fim, o silêncio havia caido sobre os escombros e a poeira cinzenta, sobre os corpos mutilados e ante a paisagem destruída.

O velho se lembrava daquele pequeno momento de misericórdia após o choque terrível das inúmeras explosões que havia quase o ensurdecido.

Durante esse tempo ele se viu sozinho, sozinho com sua dor e com aquela maldita poeira cinza. Nada além de silêncio, dor e poeira.

Aquele que nunca tinha ido ao Inferno do jeito que ele foi nunca iria entender a magia daquele momento.

O silêncio, a dor e a poeira. Nada mais apenas. Mais nenhum grito, mais nenhuma raiva, mas nenhum sangue ... apenas o silêncio, a dor e a poeira.

A gritaria repentina de vozes desconhecidas ante ao velho tinha colocado um fim brutal a esse momento mágico. Elas forçaram sobre seus olhos, encerrado pela dor e alívio, um retorno muito doloroso para a luz brilhante de um sol que tinha esquecido de deixar de brilhar.

Sua mente, entorpecida pelo cansaço e pela dor, precisava de alguns minutos para encontrar o seu caminho de volta à realidade. Alguns segundos de duração foram necessários para seus olhos verem qualquer outra coisa, mas o brilho ofuscante da luz sobre a poeira cinzenta e para seus ouvidos de modo que decifrasse as palavras que ele pudesse perceber, aquelas palavras que foram perdidas no zumbido que estava enchendo seus ouvidos.

Finalmente fora desse torpor maçante, ele entendeu que era os heróis caídos que estavam chamando e respondendo um ao outro.

Sim, todos eles estavam vivos, desgastados, derrotados, porém vivos!

Ele viu um deles, o baixinho careca vestindo aquela roupa laranja, o velho viu-o fazendo um esforço sobre-humano para se sentar. Ele tinha o visto engolir algo que havia tirado de seu bolso, em seguida, levantou-se como se nada tivesse acontecido, como se ele jamais tivesse lutado e jamais tivesse sido ferido.

Seus olhos, arregalados de surpresa, havia então focado nele que estava indo em direção para um de seus companheiros, fazendo cada um deles comer um medicamento curioso que lhes permitia levantar-se sem mostrar um simples arranhão.

Que tipo de milagre estranho foi esse?

Ele não estava sonhando! Ele tinha visto, com seu próprios olhos ardendo em febre, o corpo destes homens sendo quebrados sob os ataques impiedosos desses dois demônios angelicais.

O velho havia então balançado sua cabeça. E se todo esse pesadelo não passava de um sonho ruim? Talvez fosse possível sonhar enquanto você está acordado? Como seria doce acordar!

Mas não era hora de afabilidade, ainda não. Agora, chegou a hora apenas para a dor e sofrimento, sangue e silêncio. O silêncio ensurdecedor das sombras dos mártires sacrificados no altar da crueldade.

Um silêncio reverente que as vozes roucas quebraram.

As mesmas vozes que ecoavam nesse momento, puxaram o velho longe da tela azul de seus pensamentos.

Ele não sente a dor esmagando mais seu corpo, ele não sentia mais o pó entrando em sua pele sangrenta e febril. Ele nem sequer mais via as ruínas que o rodeia. Através do prisma obscuro de um olhar quase sem brilho em seus olhos, ele só viu algumas figuras vagas de pé.

Ele observou, e seu coração despedaçou um pouco mais quando ele finalmente entendeu que aquele arcanjo tinha ido embora, justamente depois de ter se levantado.

A esperança tinha voado para longe, enquanto o impossível tinha se forçado na agradável tela azul mais uma vez.

Precisamente, a tela azul: ela estava de volta, mais azul, mais verde, até mesmo mais brilhante ... A tela que de repente se aprofundou e tomou a forma de um longo corredor em chamas. E do outro lado ... Sim, ali, bem no final: Alba ... Alba, que estava sorrindo, Alba, que estava esperando por ele, Alba que estava o chamando. Alba ... ainda tão bonita ... sempre.

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