DB Multiverse

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Dragon Ball Multiverse, o romance

Escrito por Loïc Solaris

Adaptado por Rafael

Tradução da fanfic francesa de DBM para o português

Intro

Parte 0 :0
Parte 1 :12345

Round 1-1

Parte 2 :678910
Parte 3 :1112131415
Parte 4 :1617181920
Parte 5 :2122232425
Parte 6 :2627282930

Lunch

Parte 7 :3132333435

Round 1-2

Parte 8 :3637383940
Parte 9 :4142434445
Parte 10 :46
[Chapter Cover]
Parte 5, Capítulo 22.

PARTE 5: DOIS GIGANTES FACE A FACE..

Capítulo 22

Traduzido por Rafael


Pan do Universo 16 e Pan do Universo 18 continuaram a brincar juntas, também ao mesmo tempo curtindo os pequenos refrescos servidos pelos Vargas até a próxima luta. Se divertindo no grande campo que fora oferecido para elas abaixo do ringue, elas finalmente decidiram visitar o sexto mundo.

Quando elas chegaram, elas notaram que a jovem Kat ainda tinha lágrimas em seus olhos. Ajoelhada, ela tentava mudar a cabeça de suas amigas e retornar para casa imediatamente.

Ambas as Pans pularam sobre o muro e vieram se encontrar com elas. Encorajada por uma de suas amigas, Kat se levantou.

"O que vocês querem?" perguntou a mulher loira, que buscou pela sua espada pendurada em seu quadril com sua mão direita.

"Ha! Não se iluda! Nós somos muito mais fortes do que você," disse a Pan do universo 16.

A outra Pan, do universo 18, ficou ligeiramente surpresa. Ela também pensava que todos aqueles em seu mundo eram mais fortes do que esse grupo de quatro garotas. Mesmo assim ela não havia pensando em dizer isso diretamente na frente delas. Seria essa uma das pequenas diferenças entre ela e sua contraparte do universo 16? Influencia de Vegetto, talvez?

O grupo de seis garotas no local permaneceu em silêncio. Uma delas havia quase começado a discutir, mas mudou de idéia. Elas haviam visto muitas pessoas dos universos 16 e 18 lutarem. Haviam os Saiyajins, Goku e Vegeta. E mesmo a garota, Pan, derrotou outro Saiyajin... Elas conheciam "bem" os Saiyajins de seus livros de história...

A mulher, que permanecia atrás delas com cabelo preto de corte curto, olhou por um momento para trás dela, para Bojack e seus dois amigos. Elas conheciam ele também. Bojack era um reino de terror em sua galáxia...ele era um verdadeiro pirata. Felizmente para elas, a gangue do Bojack não estava ciente da existência delas, até hoje. Elas se perguntaram se isso não fora um erro da parte delas em terem vindo para esse torneio...

"Nós sabemos que nós estamos bem longe do nível de alguns lutadores aqui, incluindo Bojack..." finalmente confessou a loira, mas nós iremos fazer o nosso melhor. Então é melhor você tomar conta de seus problemas.

Kat olhou para sua amiga que havia acabado de falar, que parecia dizer "simplesmente faça o seu melhor", o que ela pensou não ser o suficiente e que seria melhor ir embora tranquilamente. Ao lado dela, a mulher de cabelo longo assentiu. Elas haviam discutido isso com prazer com Bra do universo 18, mas isso fora o bastante. Ela, pelo menos, não queria conversar com garotas pequenas...

"A sua atenção queridos amigos," finalmente começou um dos Vargas. "A próxima luta começará em alguns minutos!"

"É melhor nós irmos!" exclamou uma das Pans. Ambas estavam desapontadas de terem perdido uma parte de seu tempo limitado no Universo 6.

De mãos juntas, elas pularam sobre o muro e correram para seus respectivos universos.'

"É surpreendente," disse Bojack enquanto cruzava seus braços. "essas garotas sabem tanto sobre nós... mas nós nunca nem ao menos ouvimos falar delas!"

"Elas não representam perigo para nós, então não se preocupe," disse Zangya, enquanto colocava sua mão através de seu cabelo alaranjado.

"Nós iremos aniquilá-las quando nós voltarmos para casa e achar o seu esconderijo," disse Bujin.

"Nós chamamos para o ringue Cell do Universo 17 e Daburá do universo 11!" disse um Varga roxo.

Esse anuncio agradou a muitos. No universo 11, Daburá descruzou seus braços.

"Hehe, é finalmente minha vez!"

Se aquecendo com amplos movimentos com os ombros, ele sorriu, e então após um olhar de relance para Babidi, ele voou para o ringue.

"Majin Buu," Babidi começou com um sorriso sádico. "Se Daburá perder, eu vou deixar você comer ele."

O Djinn saltou com alegria e gritou seu nome. Após vários segundos de euforia, ele parou de gritar e olhou para cima para o ringue para ver a luta finalmente prestes a começar. Ele tinha apenas um desejo: ver o demônio perder!

No universo 17, Cell sorriu.

"Ah, finalmente. Esse torneio se tornou muito tedioso ... eu nunca estou no ringue!"

Com seu ego, ele continuou para si, sem notar que seu pequeno Cell Junior estava enroscando-se entre suas pernas.

"Mas pelo menos há muitos adversários promissores," ele disse, pensando especialmente nos mundos 16 e 18, que ele conhecia melhor. Mas havia esse universo 8, com Freeza, e ele era parcialmente interessante. Quanto aos outros, havia Trunks e #16 no mundo 12, #17 e #18 no mundo 14, e esse cara grande do universo 6, e ele ainda estava se perguntando se seria capaz de derrotar Majin Buu do universo 11 e seus poderes de regeneração.

"Eu espero que esse Daburá seja forte o bastante," Cell continuou.

Silenciosamente, ele voou para o ringue, e pousou gentilmente, braços cruzados em frente ao seu peitoral. Nos universos 16 e 18, Gohan e Piccolo examinavam a luta que se sucederia.

“Agora nós podemos ver o poder de Cell,” disse Gohan.

“Você é o único que já lutou com ambos, Gohan. Você é o melhor qualificado para comparar os dois,” Piccolo disse, de braços cruzados, olhando para o ringue.

“Eu vou assistir a essa luta com muita atenção,” respondeu Gohan.

No universo 16, Vegetto estava encostado contra o muro da entrada. Ele estava ansioso para ver esse pequeno combate. Bra se juntou a ele se encostando contra o muro próximo a porta, para que ele pudessem conversar tranquilamente.

Atrás de Gohan e Piccolo do universo 18, situavam-se Vegeta e Son Goku.

“Eu mal posso esperar para ver o progresso feito por Cell!” Goku disse.

“Eu aposto que não houve nenhum,” respondeu o príncipe dos Saiyajins.

“Hm... você acha?” perguntou seu rival, com curiosidade em sua face.

“Enfim, se ele vencer as próximas duas rodadas, ele vai se encontrar contra mim, e eu poderei matá-lo!”

“Ei, não vá assim tão rápido Vegeta, você tem que derrotar Trunks primeiro.

“Ele é bom, mas não tão bom quanto eu.”

“Durante o Torneio de Cell, vocês estavam próximos, em termos de força. Eu ainda me pergunto qual de vocês teria vencido em uma luta.”

“O vencedor obviamente seria eu, Kakarotto! E não questione minha superioridade!”

“Ei Vegeta!” disse Goku, “Você nunca me disse como foi o seu treino na Sala do Templo! Me diz aí!”

“Não.”

“Vamos lá!”

“Eu não me lembro,” Vegeta respondeu.

“Mas se...”

“Não!”

“Eu vou perguntar para Trunks...”

“Kakarotto!”

“Só estava brincando!”

O megafone dos Vargas interrompeu os amigos rivais:

“Os lutadores estão preparados! Que a batalha comece!”

Assistidos por milhares de espectadores, Cell e Dabura se prepararam para sua batalha.

“Diga-me,” começou Daburá, “Nós nos encontramos em seu universo?”

Cell rapidamente imaginou várias respostas possíveis. Ele poderia muito bem dizer a verdade, ele escolheu a resposta mais apropriada, e a mais divertida.

“Quem sabe? E quanto ao seu?”

“Nunca. Que tal um aquecimento?”

Cell não disse nada. Um aquecimento? Por quê não? Afinal, ele não conhecia nem um pouco seu oponente. Ele poderia muito bem.

Com um sorriso, Cell aceitou o pedido. Ele descruzou seus braços, suas pernas se afastaram ligeiramente para melhor sustentação e esperou. Daburá notou a posição defensiva de Cell. Tendo também colocado um sorriso, ele atacou.

O golpe que ele lançou para a face da criatura verde fora excessivamente lento. Cell bloqueou-o facilmente com uma mão, e atacou com a outra, longe de estar em seu máximo. Daburá por sua vez esquivou do ataque girando sobre si mesmo. Ele agarrou a mão de Cell que havia segurado seu punho e aproveitou a vantagem do seu movimento para esquivar e acrescentar força: ele lançou Cell para o ar. Mas ele manobrou-se facilmente até parar completamente a apenas alguns metros acima do solo. Olhando para baixo, ele viu Daburá saltar sobre ele novamente. Ele livrou-se sem dificuldades de vários socos e chutes antes de ser surpreendido por um ataque em direção aos seus pés mais rápido do que os outros. Acertado no pescoço, ele caiu rapidamente para ringue, mas fez movimentos com suas pernas, permanecendo dois segundos agachado enquanto Daburá surgira sobre ele, silenciosamente.

“Então,” ele disse.

“Que interessante...” Cell retrucou ao atacar.

Dessa vez foi ele quem se virou-se contra seu oponente, atacando com movimentos mais rápidos e precisos. Daburá bloqueou e esquivou por um longo tempo antes de levar uma cotovelada em seu estômago, a qual o fez cuspir. Ele arquejou por um curto periodo de tempo, e então ele atacou um chute com seu joelho direito contra Cell, que esperava por isso. Caindo sobre seus joelhos, Daburá tentou uma cotovelada no pescoço dele, sem sucesso uma vez que Cell dera um pequeno rolamento para frente para evitá-la. Levantando-se rapidamente, ele investou contra Daburá novamente, parecendo um pouco menos sarcastico e mais sério. Rápidos e poderosos golpes foram trocados em velocidades vertiginosas. Várias vezes, cada um dos dois oponentes conseguia acertar o outro. Algumas ondas de choque foram sentidas nessa troca de golpes. Finalmente, após vários longos minutos nenhum dos dois lutadores tendo a vantagem sobre o outro, eles se separaram.

Agora permanecendo a cerca de dez metros um do outro, a verdadeira diversão iria começar. Daburá tomou uma outra posição, e disse para seu oponente:

“Agora, eu irei mostrar a todos o poder de um verdadeiro demônio! Eu não vou me conter!”

Cell sorriu. Agradava-lhe o fato de que ele tinha mais poder em reserva. Ele também planejava ir para o próximo nível. Daburá atacou, com um ar confidente, saltando sobre seu oponente, braço direito estendido a frente, mão aberta, punho esquerdo fechado, pronto para encaixar um soco. Cell começou a evitar ao agarrar o pescoço de Daburá com sua mão direita, e então ele evitou um soco que estava tentando colidir contra sua face. Dando dois passos para trás, ele desviou de uma cotovelada que fez Daburá girar. Movendo-se para frente, ele se virou mais uma vez para finalmente acertar a face de Cell com uma outra cotovelada.

Caindo para o chão, Cell resmungou. Daburá voou enquanto Cell se levantava. O diabo perdeu o seu sorriso por um semblante mais beligerante e acelerou em direção a criatura verde que servia de seu oponente. O último pulou para o diabo. Seus ante-braços colidindo-se violentamente. Suas velocidades fazendo-os se virarem antes de se desengajarem novamente. Ambos lutadores se viraram ao mesmo tempo e ambos dispararam bolas de energia. Elas colidiram e explodiram, deixando por um momento uma nuvem de poeira. Cell e Daburá haviam rapidamente voltado a lutar corpo-a-corpo.

Nenhum espectador podia ver como o confronto estava se desenrolando por debaixo da nuvem de poeira, mas antes dela se dissipar, Daburá se precipitou para aterrisar sobre o ringue. Cell voou verticalmente, lentamente, para descansar por sua vez, sorrindo, obviamente feliz por ter chutado seu oponente antes.

“Você está se saindo muito bem,” elogiou Daburá.

“Você não viu nada ainda.”

O jeito como ele respondeu desagradou o demônio, que, após cerrar seus punhos e ranger os seus dentes, acelerou novamente sobre Cell. O último conseguira ver uma grande parte dos movimentos de seu oponente. Rapidamente contraíndo seus músculos e movendo seu corpo violentamente para revidar os ataques do servo de Babidi. Ele o deu um chute violento. O golpe fora mais violento do que qualquer outro que havia sido dado até agora. Sob a onda de choque, o ringue se despedaçou ao redor da zona de impacto. Poeira se acumulando na onda de choque, os espectadores não viram nada mais do que um borrão ao redor dos dois combatentes.

Dabura sentiu uma dor forte em seu antebraço, mas então atacou seu alvo com um uppercut. Cell voou pelo ar com uma dor na mandíbula, e não pode se defender contra Daburá que havia o alcançado. Pegando suas pernas, o demônio girou rapidamente sobre si, cada vez ganhando mais e mais aceleração, antes de largar seu oponente na direção do ringue. Cell colidira criando uma massa de poeira. Daburá não esperou muito tempo. Braço a frente, palma da mão aberta, ele gritou quando liberou um ataque de ki altamente concentrado. A bola de energia colidiu contra o ringue, o qual metade explodiu com o impacto. A batalha continuou.

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